quinta-feira, 18 de julho de 2013

Greve marcada

17:23 \ Economia


Paralisação à vista
Depois de meses de negociação sem resultado com a Infraero. O Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina) aprovou a realização de uma greve a partir do dia 31 de julho. Para não serem acusados de oportunistas, a paralisação foi marcada para depois da Jornada Mundial da Juventude.
O Sina tem várias demandas: vale-alimentação, plano de saúde, adicional noturno e por aí vai.
Por Lauro Jardim

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Governo de SP anuncia concessão de cinco aeroportos

18 de junho de 2013


Primeiro lote envolve terminais aéreos do interior e do litoral paulista
 

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, deu início ontem, dia 17, ao projeto de concessão dos primeiros cinco aeroportos regionais: Campos dos Amarais, localizado em Campinas; Comandante Rolim Adolfo Amaro, em Jundiaí; Artur Siqueira, em Bragança Paulista; Gastão Madeira, em Ubatuba; e Antônio Ribeiro Nogueira Jr., em Itanhaém. O estado prevê conceder, ao todo, 19 aeroportos à iniciativa privada, cujos investimentos que devem chegar a R$ 1,6 bilhão.
O projeto para a concessão foi realizado pelo Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) – órgão vinculado à Secretaria de Logística e Transportes (SLT), que administra os aeroportos desde 1981 – que também será responsável pela coordenação de todo o processo de transição. O programa terá continuidade assim que terminar a fase de estudos por parte da Secretaria de Aviação Civil (SAC) da Presidência da República.
O aeroporto campineiro recebeu, em 2012, 28.200 usuários, registrando 33.500 pousos e decolagens. Em Jundiaí foram 21.031 passageiros em 99.284 pousos e decolagens no acumulado do ano passado. O terminal aéreo de Bragança Paulista apresentou um total de 43.850 usuários em 42.936 pousos e decolagens no mesmo período. Gastão Madeira, em Ubatuba, recebeu 7.356 passageiros e 1.142 pousos e decolagens. Por fim, passaram pelo aeroporto de Itanhaém, de janeiro a dezembro do ano passado, 5.340 usuários em 10.809 pousos e decolagens.
Foto de capa: Aeroporto Antônio Ribeiro Nogueira Jr., em Itanhaém

Companhias aéreas de Marrocos, Emirados Árabes e Etiópia miram mercado brasileiro


Enquanto a Etihad irá ampliar o número de voos para Abu Dhabi, a Ethiopian e a Royal Air Maroc inauguram serviços
 
 
A Royal Air Maroc, companhia aérea marroquina, a Etihad, dos Emiradores Árabes Unidos, e a Ethiopian Airlines, da Etiópia, irão começar a operar voos para o Brasil ou ampliar a frequência. A Royal Air Maroc volta a decolar do Brasil em 20 de dezembro desse ano – a companhia chegou a operar a rota Rio-Casablanca, cancelada em 1992 –, enquanto a Ethiopian em julho. A Etihade expande as opções de voos em agosto, passando a voar diariamente.

Divulgação/Ethiopian Airlines


A empresa marroquina fará a rota Casablanca-São Paulo, com três voos semanais entre as cidades. Os voos de Casablanca para São Paulo acontecerão às segundas, quartas e sextas-feiras, enquanto os voos da capital paulista para o Marrocos serão às terças, quartas e sextas-feiras. As passagens já estão à venda no site da Royal Air Maroc. O voo inaugural da companhia, de Casablanca a São Paulo, sai por 6.382 dirhans marroquinos, ou R$ 1.665 (um trecho).

O avião usado para os voos ao Brasil será o Boeing 767-300ER que, segundo a fabricante, tem capacidade de 218 a 350 passageiros, dependendo do número de classes de cada modelo. Os Boeings deste tipo já usados pela Royal Air Maroc têm capacidade para cerca de 240 passageiros, segundo o site da companhia.

Já a Etihad, que opera desde o início deste mês, três voos semanais entre São Paulo e Abu Dhabi, passa a oferecer viagens diárias. Segundo a companhia, o serviço diário aumentará o número de assentos oferecidos semanalmente entre Abu Dhabi e São Paulo para 3.360. A empresa continuará operando aeronaves Airbus A340-500, com capacidade para 240 passageiros em três classes de serviço, sendo 12 na Diamond First Class, 28 na Pearl Business Class e 200 na Coral Economy Class.
Os passageiros que partem de São Paulo podem fazer conexão com mais de 350 voos por semana para destinos em todo o Golfo, Norte da África, Mediterrâneo e Ásia.

Por fim, a Ethiopian Airlines, traz ao Brasil o avião Boeing 787 Dreamliner. Usando esse novo modelo de aeronave, a companhia inaugura no dia 1º de julho uma rota entre a capital etíope, Adis Abeba, e São Paulo, passando por Lomé, no Togo, e Rio de Janeiro. A companhia deverá operar três voos semanais, com chegadas ao Brasil às segundas, quartas e sábados, e saídas para a Etiópia às terças, quintas e domingos.

De acordo com a representação da Ethiopian no Brasil, um dos objetivos da nova rota é oferecer uma alternativa mais curta de viagem para os brasileiros que trabalham na África Ocidental, que poderão fazer conexão em Lomé para países daquela região, como a Nigéria. Outra meta é levar mais turistas para a Etiópia, país ainda pouco conhecido pelos brasileiros.

Finalmente, de Adis Abeba, os viajantes terão a opção de fazer conexão para uma série de destinos na África Oriental, Oriente Médio e Extremo Oriente, como Israel, Índia, Seychelles, China e Egito.

* Com informações da ANBA (Agência de Notícias Brasil Árabe)

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Gastos com aeroportos 'explodem', e Governo confirma custo da Copa-2014 em 28,1 bilhões

Atualizado: 24/06/2013 17:15 | Por Tiago Leme, do Rio de Janeiro (RJ), para o ESPN.com.br- espn.com.br


Os gastos com aeroportos subiram 23,5% nos últimos três meses e foram o principal motivo por elevar o custo da Copa do Mundo de 2014 para R$ 28,1 bilhões...



Os gastos com aeroportos subiram 23,5% nos últimos três meses e foram o principal motivo por elevar o custo da Copa do Mundo de 2014 para R$ 28,1 bilhões. O valor total foi divulgado pelo o secretário-executivo do Ministério do Esporte, Luiz Fernandes, na semana passada e confirmado com detalhes pelo Governo, nesta segunda-feira. Obras nos estádios e de mobilidade urbana também contribuíram para que o custo total do Mundial aumentasse em 10% desde abril, quando era de R$ 25,5 bilhões. O valor, no entanto, ainda está dentro do orçamento estimado inicialmente, que era de R$ 33 bilhões.
Em entrevista coletiva realizada no Maracanã, no Rio de Janeiro, o ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, esteve ao lado de Luis Fernandes, de Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa, e de Ricardo Trade, diretor-geral do COL (Comitê Organizador Local). Na tentativa de defender o Governo Federal das reclamações expostas pela população nas manifestações pelas ruas do Brasil, números dos investimentos na Copa foram apresentados.
O principal aumento foi nos aeroportos, já que a previsão de investimentos no setor subiu de R$ 6,8 bilhões para 8,4 bilhões nos últimos três meses, um aumento de 23,5%. No mesmo período, o custo dos estádios também aumentou de R$ 7,1 bilhões para R$ 7,6 bilhões (7%), enquanto os gastos com a mobilidade urbana cresceram de R$ 8,5 bilhões para R$ 8,9 bilhões (4,7%). Os outros investimentos, como em portos, telecomunicações, segurança e turismo, se mantiveram praticamente estáveis desde abril, com R$ 3,2 bilhões todos juntos.
De acordo com os números apresentados por Luís Fernandes, secretário-executivo do Ministério do Esporte, foram os gastos de recursos privados os grandes responsáveis por esse aumento considerável, passando de R$ 4,2 bilhões em abril para R$ 5,6 bilhões agora em junho. Já os governos estaduais e prefeituras dos municípios passaram a gastar 7,6 bilhões, contra os R$ 6,2 bilhões previstos anteriormente, O investimento do Governo Federal subiu de R$ 6,5 bilhões para R$ 8,7 bilhões.
"A Copa das Confederações e a Copa do Mundo representam uma oportunidade histórica para promover o desenvolvimento do pais. O Brasil é um país em desenvolvimento, diferentemente da Alemanha e da Inglaterra. A Copa alavancou e adiantou investimentos essenciais em infraestrutura e serviços, que teriam que ser realizados no Brasil independentemente das competições. O ponto básico é que se trata de um plano estratégico de investimentos no desenvolvimento do Brasil, a partir da oportunidade da Copa do Mundo. Não é custo da Copa, é oportunidade para produzir desenvolvimento nacional", explicou Luís Fernandes, nesta segunda.
O ministro Aldo Rebelo reforço as palavras do secretário, garantiu que os ivestimentos feitos pelo Governo deixarão legados no país e que áreas essenciais, como saúde e educação, não estão sendo prejudicadas.
"Há um debate do que são investimentos e do que são gastos para a Copa. No caso dos estádios, não há gastos do Governo, o que há são empréstimos junto ao BNDES. Há também a comparação daquilo que o Governo investiu na Copa com os gastos de saúde e educação. Não há desvio de recursos destinados à saúde e educação para obras da Copas ou construção de estádios", afirmou Rebelo.

Veja fotos dos protestos contra a Copa que acontecem pelo Brasil:

terça-feira, 11 de junho de 2013

Frota mundial de aviões vai dobrar em 20 anos, prevê Boeing

11/06/2013 - 09h32


DA REUTERS
Atualizado às 14h10.
A fabricante de aviões Boeing elevou nesta terça-feira (11) sua expectativa de demanda por aviões para os próximos 20 anos.
A empresa disse que as companhias aéreas precisarão de 35.280 novas aeronaves avaliadas em US$ 4,8 trilhões e que a frota mundial deve dobrar nas próximas duas décadas.
A nova estimativa representa um incremento de 3,8% sobre a expectativa anterior da Boeing e antecipa uma melhora na frequência de viagens na região Ásia-Pacífico que manterá as taxas de produção nas fábricas de aviões subindo.
A fabricante estimou ainda que o tráfego de passageiros e carga crescerá 5% ao ano.
A Boeing previu ainda que as empresas aéreas precisarão de 24.670 jatos de corredor único, no valor de US$ 2,29 trilhões de dólares a preços de lista. A estimativa anterior contava com uma demanda por 23.240 jatos. A categoria inclui alguns dos modelos mais vendidos de aeronaves, como o Boeing 737 e o Airbus A320.
A previsão para aviões de dois corredores como o Boeing 777 e os modelos da Airbus A330 e A350 caiu 1,5%, para 7.830 unidades, disse a Boeing.
Para os modelos jumbo Boeing 747 e Airbus A380, a expectativa caiu 3,8% para 760 aviões, ante 790 estimados no ano passado.
A previsão da Boeing para jatos regionais montados pela canadense Bombardier e pela brasileira Embraer ficou inalterada em 2.020 aviões.
HELICÓPTEROS
A Boeing recebeu duas encomendas bilionárias de helicópteros feitas pelo governo do Estados Unidos, catapultando a carteira de pedidos em um momento em que o país está reduzindo seu orçamento geral para fins militares.
A Marinha dos EUA anunciou na segunda-feira (10) que planeja assinar contrato de cinco anos avaliado em cerca de us$ 6,5 bilhões que envolve 99 helicópteros V-22, construídos pela Boeing e pela Bell, unidade da Textron. Nesta terça-feira (11), a Boeing e o Exército dos EUA anunciaram acordo separado avaliado em us$ 4 bilhões sobre entrega de mais 177 helicópteros CH-47 Chinook, além de opções para até 38 unidades do modelo.
Os contratos, que têm valor combinado de mais de us$ 10 bilhões, ajudarão a sustentar as receitas da Boeing em um momento em que outras empresas estão vendo queda nas encomendas.
"Estou extremamente otimista sobre a indústria de aeronaves com rotores", disse Leanne Caret, vice-presidente da área de voo vertical da divisão de aeronaves militares da Boeing.
Caret afirmou que a Boeing espera dobrar suas receitas com aeronaves de rotores até 2030, mas evitou dar metas financeiras para o segmento.
A Boeing informou que há 807 helicópteros CH-47 em serviço em todo o mundo, incluindo 528 operados pelas Forças Armadas dos EUA. Nos próximos anos, a empresa disse ver oportunidades para vender centenas de helicópteros para os EUA e exércitos de outros países, incluindo 35 para a Arábia Saudita e 15 para a Índia.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

O drama continua


Ponto de partida do périplo
Provavelmente, a Embratur tomará conhecimento de casos semelhantes ao dos passageiros de um voo da Gol para Brasília, que saiu do Rio de janeiro, anteontem, às 06 horas e 50 minutos, e só chegou ao destino às 17 horas e 15 minutos, seis horas depois do previsto.
O mau tempo causou o fechamento das pistas do Aeroporto de Guarulhos, onde faria escala. A partir de então, quem estava no avião teve de desembarcar em Campinas e encarar cansativas indefinições nos saguões, num périplo que passou por Guarulhos e Congonhas, além do Galeãoe do aeroporto brasiliense.
Pois bem, na linha do imagina na Copa, como ficaria um torcedor que passou por essas agruras e, por fim, morreu com um ingresso de um jogo que ele não conseguiu chegar a tempo para assistir?
Por Lauro Jardim

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Cidade aeroporto é aposta do Vetor Norte


Publicação: 23/05/2013 06:00 Atualização: 23/05/2013 06:48


Quando os voos comerciais foram transferidos do aeroporto da Pampulha para o de Confins, poucos poderiam vislumbrar a importância da mudança para o desenvolvimento do Vetor Norte. A construção da Linha Verde, a atração de voos nacionais e internacionais e uma série de projetos fazem parte da implantação do conceito de aerotrópolis (cidade-aeroporto) na região. Apesar de pouco conhecido, o projeto é a promessa para diversificação da economia do estado e de crescimento do entorno da região para atrair empresas de setores estratégicos.
Estudo elaborado pelo norte-americano John Kassarda, em 2004, definiu 36 pontos a serem priorizados pelo governo de Minas para que o projeto decolasse. Entre outros, à época era preciso a construção de uma via rápida e a busca por voos para o desenvolvimento. Mas falta muito a ser feito para o projeto, principalmente para que o aeroporto sirva de vetor para novas empresas, devido à facilidade logística e áreas de livre negócio. 

Em palestra sobre o tema, o superintendente de Projetos Especiais do governo de Minas, Danilo Colares Moreira, disse que o projeto está em implantação, mas os resultados devem ser mais efetivos com a concessão do aeroporto, dada a agilidade da iniciativa privada diante da burocracia do poder público. “O aeroporto é a peça mais importante. Tínhamos que ordená-lo primeiro e agora partimos para outra etapa”, comenta Moreira. A avaliação é que a implantação do polo aeronáutico em Lagoa Santa e até mesmo a construção da Six Semicondutres, em Ribeirão das Neves, facilitarão a atração de empresas para o entorno. 

Concorrência
O consultor do Sindicato da Arquitetura e da Engenharia de Minas Gerais (Sinaenco-MG) Jorge Hori é que Minas precisa divulgar melhor o projeto para evitar que vizinhos interessados nessas empresas se antecipem e fechem acordos. Para ele, BH é a cidade brasileira com melhores condições para desenvolvimento do projeto, dada a disponibilidade de áreas nas proximidades do aeroporto e o baixo custo do terreno. Em Brasília e Campinas, concorrentes diretos, o fator complica a instalação de indústrias nos arredores. “Não é um projeto urbanístico e, sim, econômico, de atração de investimentos. É preciso desenvolver competência para atrair os investimentos”, afirma Hori.

Geilson cobra soluções para aeroporto de Feira, rodovias e táxis a Otto Alencar


Geilson questinou Otto Alencar sobre uma série de reivindicações
Geilson questinou Otto Alencar sobre uma série de reivindicações
Apesar de ser a segunda maior cidade  da Bahia, Feira de Santana ainda não dispõe de um aeroporto ativo. O deputado estadual Carlos Geilson (PTN) aproveitou a visita do vice-governador e secretário de Infraestrutura do Estado, Otto Alencar, na Comissão de Infraestrutura,Desenvolvimento Econômico e Turismo, para cobrar a integração do aeroporto de cargas e descarga e transporte de passageiros para Feira. O parlamentar também questionou os motivos da apreensão dos táxis que fazem transporte intermunicipal e cobrou a reforma das rodovias que ligam Tanquinho, Candeal e Ichu.
“Feira tem mais de 600 mil habitantes, tem o comércio e o setor industrial fortes e aquecidos, mas ficamos na dependência do acesso via rodovias, porque até hoje não foi solucionada a questão da integração do aeroporto. O resultado da licitação já saiu, mas até agora nada de obras”, criticou Geilson.
De acordo com o secretário, o governo fez um edital de licitação para concessão e o consórcio da empresa UTC com a Sintart ganhou a concorrência. “Infelizmente estamos submetidos à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e à Secretaria de Ação Civil. E essa burocracia é o que está emperrando o aeroporto de Feira de Santana, assim como o de Vitória da Conquista, que há dois anos estamos tentando lançar o edital de licitação. E tenha certeza que com a nossa legislação, o Brasil não vai conseguir andar como os outros países emergentes”, afirmou Otto.
Sobre a situação dos táxis, o deputado questionou ao secretário o porquê da perseguição aos taxistas que fazem o transporte intermunicipal. “Já dei determinação ao diretor da Agerba, Eduardo Pessôa, de não multar táxi. Embora existam cidades em que os prefeitos estão fazendo a farra da placa vermelha, e nós estamos encaminhando esses casos ao Ministério Público, porque é ato de improbidade administrativa e não mais atribuição da Agerba”, afirmou.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Desapropriação para construir aeroporto de Araquari pode sair em maio



Prefeito João Pedro Woitexem afirma que governador Raimundo Colombo vai assinar decreto de utilidade pública

imgRogemar Santos
@Rogemar_ND
JOINVILLE

Divulgação/ND
Desapropiação da área do aeroporto foi confirmada em reunião da SC Parcerias
O governador Raimundo Colombo deve assinar ainda em maio o decreto de utilidade pública de uma área de aproximadamente 25 milhões de metros quadrados para fins de desapropriação, na localidade conhecida como “Rainha”. O objetivo é a construção do chamado complexo intermodal, que inclui um aeroporto internacional entre os municípios de Araquari e Balneário Barra do Sul ().
A revelação foi feita pelo prefeito de Araquari, João Pedro Woitexem (PMDB) que foi recebido na semana passada pelo presidente da SC Parcerias, Ênio Branco, principal investidor da obra. “Está confirmado que a desapropriação finalmente será assinada pelo governador. Um dia histórico que marcará mudanças radicais em nossa região, mas para melhor”, comentou Woitexem.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

TAM irá compartilhar voos com a American Airlines



A TAM Linhas Aéreas informou que recebeu autorização da Anac para o acordo de compartilhamento de voos (code share) com a American Airlines

Tom Pennington/Getty Images
Avião da American Airlines
O acordo entre a TAM e a American Airlines foi firmado em dezembro de 2012
São Paulo - A TAM Linhas Aéreas informou que recebeu autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para o acordo de compartilhamento de voos (code share) com a American Airlines.
Segundo a empresa, esta era a última aprovação do governo necessária para a operação, que já recebeu aval do Departamento de Transporte dos Estados Unidos (DOT) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
No momento, as companhias trabalham nos detalhes do compartilhamento, cuja data de implementação não foi divulgada.
O acordo entre a TAM e a American Airlines foi firmado em dezembro de 2012. Quando estiver implantado, permitirá que os passageiros de ambas as companhias desfrutem de benefícios como a simplificação de reserva de voos e conexões mais convenientes nas Américas do Sul e do Norte (com um único bilhete aéreo).
Os clientes da TAM poderão viajar para cidades dos Estados Unidos utilizando a malha aérea da American Airlines a partir de Miami, Nova York e Orlando. Já os clientes da companhia norte-americana terão acesso aos destinos operados pela TAM no Brasil.