quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Governo passará à iniciativa privada aeroportos de Rio Preto e Araçatuba


19/09/2012 20h15 - Atualizado em 20/09/2012 11h58

Em Rio Preto, voos chegam ao mesmo tempo e a falta de estrutura do local.
Em Araçatuba, as obras de reforma do aeroporto já estão adiantadas.

Do G1 Rio Preto e Araçatuba
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O governo do Estado de São Paulo anunciou a concessão de todos os aeroportos do estado para a iniciativa privada, incluindo os aeroportos da região noroeste paulista. A medida causa desconfiança nos passageiros.
No aeroporto de São José do Rio Preto(SP), voos chegam ao mesmo tempo e a falta de estrutura do local fica evidente. Não há torre de controle e a comunicação entre pilotos e controladores de voos é feita via rádio.
O piloto César Lima é piloto civil e conhece bem estas dificuldades. “Poderia melhorar porque hoje existe um serviço de informação de voo, sendo que em Ribeirão Preto nós temos um controle de tráfego aéreo completo”, afirma.
E o movimento só aumenta. Nos seis primeiros meses deste ano passaram pelo aeroporto de Rio Preto mais de 450 mil passageiros, 20% a mais que no mesmo período do ano passado.
Para diminuir os problemas de infraestrutura, o governo anunciou a concessão dos aeroportos de São Paulo para a iniciativa privada, incluindo o de Rio Preto e de Araçatuba (SP). O processo deverá ser feito até 2014. Por meio de parceira público privada, os aeroportos continuam sob tutela do estado, mas a gestão passa a ser particular.
Hoje a rede é administrada pelo Daesp, Departamento Aeroviário de São Paulo. Paralelo a isso, o governo tem projeto para reforma e ampliação do terminal de passageiros e para a construção da torre de controle, mas a previsão de abertura de licitação é só para o ano que vem. “Precisamos de um saguão maior, com mais infraestrutura, para que quando chegue dois ou três voos de uma vez não fique apertado o sagão”, diz o taxista Marcos Roberto Fiorillo.
Em Araçatuba (SP) as obras de reforma do aeroporto já estão adiantadas. Elas começaram no ano passado, com adequações na pista e nas vias de acesso para cumprir as exigências do Daesp. A previsão é que até o final do ano o terminal seja ampliado.
O aeroporto foi o terceiro do estado que mais cresceu em movimento de passageiros este ano. Mais de 95 mil pessoas já passaram por lá.
Movimento no aeroporto de Rio Preto cresce a cada dia (Foto: Reprodução/TV Tem)Movimento no aeroporto de Rio Preto cresce a cada dia (Foto: Reprodução/TV Tem)

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Concessionária negocia base dos Correios no Aeroporto de Viracopos


18/09/2012 13h06 - Atualizado em 18/09/2012 18h17


Campinas e Guarulhos disputam hub de distribuição, diz gerente comercial.
Empresa aérea de cargas FedEx também está interessada na centralização.

Isabela LeiteDo G1 Campinas e Região
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Com greve, cargas ficam paradas em terminal do Aeroporto de Viracopos (Foto: Reprodução / EPTV)Terminal de cargas de Viracopos é o maior do
Brasil (Foto: Reprodução/EPTV)
A concessionária Aeroportos Brasil está em negociação com a Empresa Brasileira deCorreios e Telégrafos para a implantação de um hub da estatal no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), para distribuição de carga doméstica. De acordo com o gerente comercial da concessionária, Carlos Valente, o Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) também está na disputa pelo ponto de distribuição oficial no estado de São Paulo. A Aeroportos Brasil venceu em agosto a concorrência para administrar o terminal durante 30 anos.
A informação sobre as negociações foi divulgada em evento organizado pela Câmara Americana de Comércio (Amcham) nesta terça-feira (18) durante apresentação a empresários do projeto de ampliação de Viracopos, divulgado pela Aeroportos Brasil na segunda-feira (17). O aeroporto de Campinas possui o maior terminal de cargas do país e movimenta por ano 289 mil toneladas em importação e exportação.
Os detalhes das negociações com os Correios não foram divulgados por Carlos Valente porque foi assinado um termo de confidencialidade sobre o assunto. O gerente comercial da concessionária informou apenas que a implantação do hub de carga doméstica faz parte de um plano de posicionamento estratégico da estatal no Brasil para melhorar a eficiência na distribuição.
A empresa aérea de transporte de cargas FedEx, que possui uma base em Campinas, informou no evento que também tem a intenção de criar um hub oficial em Viracopos. Atualmente, a companhia possui um armazém, duas aeronaves no terminal que operam para a Argentina e o Chile, além de outro avião que está diariamente em deslocamento entre o Brasil e os Estados Unidos. O volume de carga movimentado por Viracopos não foi divulgado pela FedEx.
"Hoje nós temos o que chamamos de 'conceito de hub' em Campinas. A cidade é a nossa porta de entrada para todo o cone sul na América Latina, mas ainda não temos um hub oficial", explica o gerente sênior de operaçõos da FedEx no Brasil, Luis Mauri, que afirma ainda que a empresa sempre apostou no aeroporto de Campinas, mas espera a construção do novo terminal de cargas para definir como será definido o ponto de distribuição.
O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa dos Correios  que afirmou que pretendem instalar terminais em Viracopos e também em outros aeroportos brasileiros e estão em conversações com as administrações das concessionárias.
Transporte de cargas
O aeroporto de Viracopos é o maior terminal de cargas do país e movimenta por ano 289 mil toneladas em importação e exportação. A concessionária Aeroportos Brasil prevê, que até o fim da concessão, o volume aumente para 1 milhão de toneladas anualmente.
Crescimento depende de linha férreaO crescimento de Viracopos depende que projetos de linha férrea, como Trem de Alta Velocidade (TAV), saiam do papel, segundo a concessionária. O plano de ampliação apresentado na segunda-feira prevê a integração com sistemas de transporte férreo e rodoviário. Atualmente, o aeroporto recebe sete milhões de passageiros por ano e a expectativa é que esse número dobre até 2014, chegando a 80 milhões no fim do contrato, uma elevação de 1024% no movimento.
Segundo o presidente do conselho de administração da concessionária, João Santana, na segunda fase do projeto, a partir de 2015, está prevista a construção de estações para trens de alta e baixa velocidade. “Para chegar a 80 milhões de passageiros, o aeroporto necessita de ligações ferroviárias, seja o trem de alta velocidade como também os trens regionais. É muito importante que isso ocorra, mas estamos seguros que irá ocorrer”, disse Santana.
A concessionária defende ainda que a previsão é baseada na expectativa de crescimento da economia brasileira juntamente com o potencial da região de Campinas.
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Perspectiva do plano de ampliação do aeroporto de Viracopos,em Campinas (SP) (Foto: Divulgação  )Perspectiva do plano de ampliação do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP) (Foto: Divulgação )

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Aeroporto de Porto Alegre terá anel viário


 Atualizado em segunda-feira, 17 de setembro de 2012 - 10h05


Obra orçada em R$ 83 milhões terá recursos provenientes de financiamento da Caixa Econômica Federal
Condições do terreno encareceram as obras / Gabriela Di Bella / MetroCondições do terreno encareceram as obrasGabriela Di Bella / Metro
O aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, vai ganhar um “anel viário” a partir da duplicação da avenida Severo Dullius. Na sexta-feira, a prefeitura publicou aviso de licitação para duplicar 2,4 quilômetros ligando a avenida à zona leste da cidade. Com o prolongamento, que ligará a avenida com a Dona Alzira e dali para a zona leste, o aeroporto ganhará acesso direto para todas as regiões da capital. O projeto também permitirá uma ligação entre o aeroporto e a avenida Assis Brasil.


A obra de ampliação está orçada em R$ 72,7 milhões, mas o projeto deverá custar pelo menos mais R$ 10 milhões devido à situação atual do terreno onde será realizada a ampliação da Severo Dullius. As empresas interessadas têm até às 16h de 17 de outubro para apresentar os documentos necessários à declaração de interesse. Os recursos para a obra sairão por meio de financiamento da Caixa Econômica Federal.

“Queremos fazer um anel viário para o aeroporto. Todo o trânsito que vem pela BR-116 poderá ter a Severo Dullius como alternativa e, com isso, os motoristas evitariam o trânsito do centro”, explicou o secretário extraordinário da Copa de 2014, Urbano Schimitt. O principal problema do processo está em preparar o solo da região. Em junho, a prefeitura assinou contrato com a BR Sul Serviços para a substituição do piso onde será implantado o prolongamento, que já abrigou um depósito de lixo. “São as mesmas dificuldades que encontramos nas obras do aeroporto. O custo da obra é alto por que é uma intervenção complexa em um terreno bastante irregular”, explica.

As reformas na avenida Severo Dullius integram o projeto de melhorias do Aeroporto Salgado Filho para a Copa de 2014. 

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

FALTA DA MÃO DE OBRA PODE ATRASAR PROJETOS DE TRANSPORTE



Publicação: 17/09/12
Dificilmente o Brasil terá equipamentos, mão de obra e capacidade gerencial para concluir as obras programadas para os setores de transporte anunciadas pelo governo para os próximos cinco anos e orçadas em R$ 328 bilhões. Tal avaliação vem de associações dos setores de construção, empresários e técnicos da área.
No mês passado foi anunciado pelo governo federal mais um desses pacotes, o Plano de Investimento em Logística, com previsão de gastos de quase R$ 80 bilhões em cinco anos nas áreas de ferrovias e rodovias.
O alerta de que os planos vão encontrar uma dura realidade para sair do papel foi dado pelo secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, no início de setembro.
Mário Humberto Marques, vice-presidente da Sobratema -associação que reúne empresas de aluguel de máquinas pesadas-, disse que alguns setores chegaram neste ano a dobrar o preço de seus produtos por falta de equipamentos no mercado. "Para não ter aumento de custo das obras, nós precisamos ter mais facilidades para trazer equipamentos de fora", afirma Marques. O Ministério dos Transportes, responsável por planos de investimentos federais, não se pronunciou sobre a avaliação das associações.
Luciano Amadio, presidente da Apeop (Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas), diz que o maior problema está na mão de obra desqualificada. Segundo ele, algumas empresas estão levando até seis meses para conseguir pessoas em número suficiente para iniciar um projeto e isso tende a piorar.
No caso dos engenheiros, o Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia) aponta que o país tem a necessidade de formar 300 mil profissionais, e a perspectiva é ficar na casa dos 215 mil.
"O governo tem que começar já um programa de formação”, disse Amadio. Além de pessoal para acompanhar as obras, é preciso gente para elaborar os mais de 300 projetos que precisarão ser desenvolvidos antes do início das construções. Sem isso, corre-se o risco de o país voltar a ter os problemas do ciclo de obras do PAC até 2010. Iniciadas em muitos casos com projetos ruins, elas resultaram em atrasos e suspeitas de superfaturamento.
Dados do IBGE mostram que em 2010, pico do investimento em infraestrutura federal, o país fez pouco mais de R$ 40 bilhões em obras de ferrovias e rodovias. Fazer o que está previsto em cinco anos seria gastar cerca de 50% mais que no ano de pico. "Estamos vibrando porque esse é um santo problema. Temos capacidade de nos adaptar para fazer o que for preciso. Mas vamos fazer o que tivermos capacidade de fazer", afirmou Paulo Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção. 
Da Folha de S.Paulo

ESTADO DE MANAUS TEM QUASE 40 VAGAS PARA PROFISSIONAIS DE TRANSPORTES



Publicação: 17/09/12
O Sistema Nacional de Emprego em Manaus/AM (Sine Manaus) está com 38 vagas de emprego abertas para profissionais de transporte. Há opções para Ajudante de Carga e Descarga, Motorista de Caminhão, Assistente de Logística e Transportes e Carreteiros.
Os interessados devem levar aos postos de atendimentos o currículo e os seguintes documentos pessoais: RG, CPF, CTPS e comprovante de escolaridade.
Há três pontos de atendimento no Sine na cidade de Manaus: na Avenida Floriano Peixoto, no Centro da capital, Avenida Max Teixeira, no bairro Cidade Nova, Zona Norte da capital e Rua Amazonas, no Morro da Liberdade, Zona Sul da capital. Todos abrem a partir das 8h.
Do G1

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Governo vai mudar Infraero para atrair investimentos



Objetivo é deixar o modelo da estatal mais atraente para que o setor privado tenha interesse por aeroportos

Ruy Barata - Brasil Econômico | 
O governo estuda mudar o regime estatutário da Infraero como solução para atrair investimentos privados para os aeroportos de Galeão, no Rio de Janeiro, e de Confins, em Minas Gerais. A preferência da presidente Dilma Rousseff é na direção de promover uma espécie de parceria público-privada (PPP) para a administração dos terminais tendo a estatal como sócia majoritária do negócio. No modelo em estudo pelo Palácio do Planalto, o governo formaria uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) para a administração de Galeão e Confins. Esta SPE também poderia assumir os 49% de participação que a Infraero detém hoje nos aeroportos concedidos à iniciativa privada no início do ano: Guarulhos, Campinas e Brasília.
Ainda assim, a proposta do governo não foi bem recebida pelo setor privado. Após conversas com operadores de grandes aeroportos no exterior, interlocutores de Dilma afirmam que os operadores internacionais não aceitarão ser sócios minoritários de uma empresa pública sujeita as amarras da Lei de Licitações (8666) e ao controle do Tribunal de Contas da União (TCU).
“O grande nó é esse”, diz uma fonte. Até agora o governo já conversou com operadores dos aeroportos de Frankfourt (Alemanha), Paris (França), Londres (Inglaterra), Seul (Coréia do Sul), Madri (Espanha), Chicago (EUA) e Cingapura.
Segundo técnicos ouvidos pelo BRASIL ECONÔMICO há saídas que podem ser usadas pelo governo. Uma delas é dar mais liberdade à Infraero para fazer contratações sem ter que seguir as regras da Lei de Licitações. A decisão pode ser tomada via decreto presidencial seguindo uma receita já adotada para regulamentar as licitações da Petrobrás e da Eletrobrás.
Por outro lado, a operação também não é simples e pode não surtir o efeito esperado. O TCU hoje ainda questiona os critérios definidos pelo governo para afrouxar as regras de licitações da Petrobrás e também deve responder da mesma forma a qualquer iniciativa semelhante para a Infraero. Segundo técnicos do TCU, é possível que o governo avance em dar mais liberdade à estatal aeroportuária, mas não escapará de uma discussão legislativa sobre o tema.
“Mesmo com um regulamento para contratações mais simplificado, à Infraero está sujeita a amarras legais definidas pela própria Constituição Federal”, afirma.
Analistas do setor privado afirmam que mesmo mudanças no regime estatutário da Infraero não seriam suficientes para levar operadores internacionais a embarcarem em uma sociedade com a Infraero. A aposta do mercado ainda continua a ser para a repetição do modelo de concessão feito no início do ano para três dos maiores aeroportos do país.
O motivo é que o modelo de concessão, tendo a Infraero como sócia minoritária do negócio, é o mais seguro e não exigiria uma engenharia financeira tão complexa como a que se pretende criar com um novo modelo de parceira público-privada.
Novo modelo visa fortalecer braço financeiro da empresa
Isso porque, segundo analistas, a InfraeroPar vai nascer com as mesmas amarras da Infraero.
A mudança no regime estatutário da Infraero também ajudariam a fortalecer a InfraeroPar, subsidiária de investimentos da estatal que está sendo criada pelo governo. Segundo analistas ouvidos pelo BRASIL ECONÔMICO, a nova empresa nascerá sujeita às mesmas amarras da Infraero, o que dificultará a sua atuação como sócia na administração dos aeroportos concedidos à iniciativa privada.
De acordo com o projeto de criação da subsidiária, todas as atribuições competentes a uma Assembleia Geral serão transferidas para o Conselho de Administração da Infraero que será acionista único da nova empresa e responsável pelas decisões de ampliação de capital da companhia. Daí a importância de se alterar o regime estatutário da Infraero dando mais liberdade de atuação à companhia.
O Conselho de administração será formado por indicações dos titulares da SAC, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, e do Ministério da Defesa e dos empregados, e tomará todas as decisões sobre a ampliação do capital da empresa.
Com a criação da InfraeroPar aumentam as chances de a estatal caminhar para uma possível abertura de capital no futuro, caso passe a concentrar ativos fortes. Hoje, a estatal não é dona dos 63 aeroportos que administra.
Todos eles pertencem à União e são apenas delegados à Infraero. A constituição da nova empresa está sendo analisada pelo Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (DEST), do Ministério do Planejamento, e será importante para que a estatal caminhe para novos negócios de concessões no futuro.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Aeroporto de Teresina registra média diária de 2,9 mil passageiros



terça, 11 de setembro de 2012 • 19:20
Da Redação do Portal AZ

Com uma média de 2,9 mil passageiros por dia, o Aeroporto Senador Petrônio Portela, na zona Norte de Teresina, está bem acima de sua capacidade. Até julho deste ano, mais de 661,8 mil passageiros embarcaram ou desembarcaram no aeroporto, que recebeu uma pequena ampliação há dois meses. Em 2011, o aeroporto recebeu mais de um milhão de passageiros, marca que só deveria ser alcançada daqui a uma década.



Com isso, o aeroporto de Teresina vive com falta de espaço. Demora na hora de desembarcar, por falta de mais esteiras com as bagagens, bem como maior funcionalidade. Procurando resolver, ou pelo menos amenizar esses problemas, o superintendente Regional da Infraero Nordeste, Fernando Nicácio da Cunha Filho, estará nesta quarta-feira (12), na capital piauiense, para assinar ordem de serviço para as obras de requalificação do terminal de passageiros.

O evento acontece a partir das 9h, no auditório da administração do Aeroporto de Teresina. Antes da assinatura do documento, o superintendente da Infraero fará uma apresentação técnica aos representantes da comunidade aeroportuária (concessionários, órgãos públicos, empresas aéreas e terceirizadas) redimensionando a capacidade de atendimento, pontuando os itens de conforto e segurança que serão ampliados.

O investimento de R$ 4,3 milhões contemplará a reforma de todo o terminal de passageiros, com substituição do forro do térreo, nova pintura, recuperação e substituição da cobertura do terminal e recuperação de todos os sistemas elétricos, eletrônicos, telemática e do sistema de combate a incêndio e pânico, além da ampliação da área de circulação e dos canais de inspeção.

“A fachada do aeroporto será totalmente recuperada, preservando a obra de arte existente, bem como serão ampliadas as coberturas externas e redimensionada toda a calçada, para um maior conforto dos passageiros no embarque e desembarque”, disse o superintendente, ressaltando que o aeroporto, também, ganhará novos balcões de check-in acessíveis, que passando dos de nove atuais, para 16, e nova bateria de banheiros, além da reforma dos atuais e todo o terminal será adaptado à acessibilidade.

Módulos operacionais 
Em julho deste ano, a Infraero inaugurou os módulos operacionais do Aeroporto de Teresina, aumentando a capacidade operacional do terminal piauiense para 1,7 milhão de passageiros ao ano. Cerca de R$ 4,5 milhões foram investidos nos módulos, que cumprem as funções de salas de embarque e desembarque. O módulo de embarque possui três portões e uma área de 560 m². Já o de desembarque possui 355 m² de área, além de duas novas esteiras de restituição de bagagens.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Ribeirão Preto tem aumento de 300% no roubo a cargas


Sábado, 08 de Setembro de 2012 - 19h16


Segundo estatísticas da Secretaria de Segurança já foram 16 crimes só em 2012

Marcelo Fontes
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O número de roubos de cargas nas estradas de Ribeirão Preto subiu 300% na comparação dos sete primeiros meses deste ano com o mesmo período de 2011. Entre janeiro e julho do ano passado foram quatro roubos contra 16 em 2012, número próximo ao total registrado em 2011, de 18 roubos. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).
Para o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de Ribeirão Preto e Região (Sindetrans), Wilson Piccolo, os números demonstram o que os caminhoneiros estão passando. "A coisa está andando mal. Falta policiamento e ações para coibir a criminalidade", apontou Piccolo.
O presidente do Sindetrans alega que os sistemas de segurança existentes são caros e falhos. "Tentamos proteger a carga e o motorista de todas as formas. Mas os programas de monitoramentos que temos são onerosos e facilmente desarmados pelas quadrilhas", afirmou Wilson Piccolo, que também é proprietário de uma transportadora localizada no bairro Parque Industrial Avelino Alves Palma, na zona Norte de Ribeirão Preto.
Em média, a instalação de um sistema moderno de monitoramento via satélite custa R$ 10 mil por veículo. Já a manutenção mensal sai, aproximadamente, R$ 250 por caminhão.
Preferidas
Segundo Wilson Piccolo, as rodovias Antonio Manchado Santanna (SP-225), que liga Ribeirão Preto a Araraquara, e a Anhanguera (SP-330), principal via de acesso à capital, são as preferidas dos assaltantes. "Recomendamos atenção redobrada aos motoristas, principalmente no trecho da Anhanguera na cidade de Santa Rita do Passa Quatro", explicou.
Mais números
Na região do Deinter 3, que compreende Ribeirão Preto e outros 92 municípios, a SSP-SP registrou nos sete primeiros meses do ano 58 roubos de carga. No mesmo período de 2011, as ocorrências somavam 50, aumento de 16%.
Em todo o estado, foram 3.850 roubos de carga nos sete primeiros meses de 2011 contra 4.546 em 2012, aumento de 18%.
Polícia Rodoviária ressalta operações
Em nota enviada à redação do A Cidade, a Polícia Rodoviária informou que "vem intensificando veementemente as ações correlacionadas ao combate de roubo de veículos de carga".
Segundo a Companhia da Região de Ribeirão Preto, são realizadas constantemente "operações específicas para combater esse tipo de crime".
A Polícia Rodoviária ainda ressaltou na nota que em junho passado, uma dessas operações terminou com a prisão de quatro pessoas que integravam uma quadrilha de roubou de cargas.
"Os indivíduos portavam equipamentos apropriados e armamentos para a prática desse crime, os quais após serem apresentados à autoridade tiveram a prisão ratificada", informa a Polícia Rodoviária. 

Aeroporto Sá Carneiro perderá voos se ANA for privatizada - CDS/PP

sábado, 8 de Setembro de 2012 | 16:10


O Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, vai perder voos para os de Lisboa e de Vigo (Espanha) se a ANA for privatizada em bloco, diz o CDS-PP, que requereu uma assembleia municipal só para discutir este tema.
A assembleia, de caráter extraordinário, está marcada para segunda-feira e visa "consciencializar a cidade para o risco que se está neste momento a viver se o aeroporto do Porto for privatizado juntamente com os restantes", reforçou o deputado municipal centrista Pedro Moutinho, em declarações à Agência Lusa.
"Respeitamos e registamos, mas é uma iniciativa deles, unilateral", comentou o líder do grupo municipal do PSD, Paulo Rios, adiantando que o CDS, parceiro dos sociais-democratas tanto no Governo como na Câmara Municipal do Porto, informou o partido de que iria solicitar uma assembleia municipal extraordinária.
Em contrapartida, "há um grande esforço de aproximação entre o CDS e o PS", disse à Agência Lusa o deputado municipal socialista Tiago Ribeiro.
O centrista Pedro Moutinho explicou, por sua vez, que "o CDS tem estado a falar com todos os partidos".
"Não temos nenhum problema com a privatização" da empresa pública ANA - Aeroportos de Portugal], ressalvou, dizendo compreendê-la, porque assim o impôs a ‘troika’ e o país precisa de obter receitas para se financiar.
Os centristas tencionam "propor à assembleia um documento que procure sensibilizar o Governo para que a privatização seja feita em separado", o que permitiria manter o aeroporto do Porto sob gestão autónoma, mais favorável, alegadamente, à economia regional.
"Argumenta-se que a receita será maior se os aeroportos forem privatizados em bloco, mas nem isso é verdade", contestou ainda Pedro Moutinho, salientando que, se tal, acontecer, "o aeroporto do Porto" vai perder competitividade".
O eleito sustentou que o futuro proprietário da ANA irá dar prioridade ao aeroporto de Lisboa e que "os investimentos no Porto vão reduzir-se" e serem desviados para o da capital.
"Não tenho dúvidas absolutamente nenhumas relativamente a isso", reforçou.

Diário Digital com Lusa