sexta-feira, 8 de julho de 2011

Gol compra Webjet por R$ 96 milhões



DE SÃO PAULO
Atualizado às 18h54.
A Gol anunciou nesta sexta-feira a aquisição de 100% do capital social da companhia aérea de tarifas econômicas Webjet, por R$ 96 milhões, sujeito a ajustes. Embora a companhia tenha sido avaliada em R$ 310,7 milhões durante as negociações, o valor final do negócio foi reduzido em razão das dívidas da empresa.
Fundada em 2001, Gol transporta mais de 28 milhões por ano
Com Webjet, Gol se aproxima da liderança do mercado aéreo
Número de passageiros da Webjet cresceu 95 vezes desde 2005
Bovespa fecha em queda de 1,12%; ações da Gol sobem 3,5%
A compra será feita por meio da Varig Linhas Aéreas, empresa controlada pela Gol.
Fundada há dez anos, a Gol opera 900 voos diários para 51 destinos domésticos e 11 destinos internacionais. Já a Webjet possui uma frota de 24 aeronaves Boeing 737-700 (148 assentos), e rotas para 16 cidades nacionais, realizando mais de mil voos por semana.
Divulgação
A Webjet detém menos de 6% de participação no mercado doméstico de aviação comercial
Webjet detém menos de 6% de participação no mercado doméstico de aviação comercial, segundo dados da Anac
Em fevereiro deste ano, a Gol chegou a superar a TAM na liderança do mercado doméstico de avião comercial, com uma participação em torno de 40%, três anos após a aquisição da Nova Varig por US$ 320 milhões. No mês seguinte, porém, a TAM voltou a assumir a liderança.
Os últimos dados divulgados pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), referentes ao mês de maio, apontam que a TAM tinha 44,43% do mercado interno, contra 35,39% da concorrente. A Webjet, no mesmo mês, tinha participação de 5,16%.
De acordo com comunicado na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a aquisição "está sujeita, entre outras condições, à realização de auditoria técnica e legal nas atividades e ativos da Webjet, à negociação e celebração dos documentos definitivos pelas partes e às aprovações das autoridades governamentais pertinentes".
A Gol informou que manterá seus acionistas e o mercado informados da evolução nas negociações. Haverá uma teleconferência sobre a compra na segunda-feira, às 13h.
No primeiro trimestre, a empresa registrou um lucro líquido de R$ 110,5 milhões e uma receita líquida de R$ 1,89 bilhão, com um total de 8,6 milhões de passageiros transportados nesse período.
A operação de hoje ocorre depois que a TAM anunciou a fusão com a chilena LAN, no segundo semestre do ano passado --a operação, porém, ainda deve passar pelo crivo do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), do Ministério da Justiça, nos próximos três meses.
MERCADO AQUECIDO
O negócio é anunciado num cenário de aquecimento da demanda doméstica. Segundo a Anac, a procura por voos teve um aumento de 28,67% em maio, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação à oferta, o crescimento foi de 15,34%.
A demanda nos voos internacionais operados por empresas brasileiras, por sua vez, cresceu 21,55% em relação a maio do ano passado.
O número de passageiros que passam anualmente pelos 67 aeroportos administrados pela Infraero aumentou em 87% na última década.
Para este ano, a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, da USP) projeta um crescimento de 25% na demanda de passageiros, dependendo de fatores econômicos, após um crescimento de 20% no ano passado de 15% na média dos sete anos anteriores.
RISCOS E VANTAGENS
Sem mais detalhes sobre a compra da Webjet, analistas de mercado já destacavam as boas perspectivas, uma vez que a aquisição deve resultar no aumento do total de "slots" (direitos de pouso e decolagem nos principais aeroportos do país) da Gol.
O valor da operação também ficou abaixo de algumas projeções que circulavam pelo mercado. Alguns chegaram a apontar um valor acima dos R$ 300 milhões.
Especialistas, no entanto, chamam a atenção para uma possível demora no julgamento dessa operação pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), o que poderia atrapalhar os ganhos com sinergias.
Leia a íntegra do comunicado:
"São Paulo, 08 de julho de 2011 - A GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. (BM&FBovespa: GOLL4 e NYSE: GOL), (S&P/Fitch: BB-/BB-, Moody`s: Ba3) ("Companhia"), a maior companhia aérea de baixo custo e baixa tarifa da América Latina, em atendimento às disposições da Instrução CVM n.° 358/2002 ("ICVM 358"), comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que nesta data:
_(i) a VRG Linhas Aéreas S.A. ("VRG"), sociedade controlada pela Companhia, celebrou com os acionistas controladores da Webjet Linhas Aéreas S.A. ("WebJet") memorando de entendimentos que tem por objetivo a aquisição de 100% do capital social da WebJet pela VRG;_
_(ii) a aquisição está sujeita, entre outras condições, à realização de auditoria técnica e legal nas atividades e ativos da WebJet, à negociação e celebração dos documentos definitivos pelas partes e às aprovações das autoridades governamentais pertinentes;_
(iii) o preço a ser pago para a referida aquisição será de R$96.000.000,00 sujeito a ajustes até a data em que a operaçao for concluída. A Webjet foi avaliada pelas Partes (ie. Enterprise Value) em R$310.700.000,00 (trezentos e dez milhões e setecentos mil reais).
A Companhia manterá seus acionistas e o mercado informado acerca da evolução do assunto objeto deste Fato Relevante. A Companhia comunica que será feita uma teleconferência com uma apresentação, sobre este fato relevante."

terça-feira, 28 de junho de 2011

Correios: Empresa estuda participar de empresa aérea de carga


27 June 2011

Os Correios devem concluir em julho um estudo iniciado em março sobre a viabilidade de a estatal adquirir participação minoritária em uma ou mais empresas aéreas de transporte de carga. 
 
A afirmação foi feita hoje pelo presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira, que participou de um seminário em São Paulo. "Precisamos pensar nos Correios como uma grande empresa logística no futuro", disse.
 
Segundo o executivo, a participação minoritária permitiria aos Correios agir mais diretamente na gestão da empresa aérea e também facilitaria a contratação dos serviços. No ano passado, os Correios tiveram problemas na rede postal noturna.
 
De acordo com Oliveira, caso os Correios decidam comprar uma participação minoritária em uma empresa aérea, o negócio dificilmente envolverá TAM ou LAN. "Essas empresas são focadas no transporte de passageiros. Estamos interessados em empresas de carga. Existem mais de dez no Brasil", disse.
 
Questionado sobre a possibilidade de os Correios virem a prestar serviço de telefonia no futuro, o executivo afirmou que isso, por enquanto, é apenas uma ideia. "O correio português oferece serviços de telefonia celular em parceria com a Portugal Telecom", disse. "Como os Correios foram impactados pela era digital temos que achar outras formas de relacionamento com a população e de prestação de serviços".
 (Informações: Agencia Estado/Foto:Divulgação)

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Dilma quer internet de graça em aeroportos até fim de julho, diz Gleisi

Segunda-feira, 27 de junho de 2011 - 15h21
Meta



G1


A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, anunciou nesta segunda-feira que a presidente Dilma Rousseff quer implementar, até o fim de julho, internet sem fio de graça nos principais aeroportos brasileiros. “A presidente quer internet gratuita nos aeroportos. Queremos implantar em julho. Se não for possível no início, que seja no final das férias. Pelo menos nos principais aeroportos”, afirmou.

Gleisi afirmou ainda que o governo elabora um “plano de contingência” para evitar atrasos em voos e overbooking. O plano, segundo a ministra, visa ainda garantir um bom atendimento aos passageiros durante as férias de julho.

"Vamos apresentar o plano no fim dessa semana ou no início da próxima semana. Queremos o compromisso das empresas aéreas de que não haverá overbooking, de que voos comerciais não sejam usados para charter (voo fretado). Além disso, tem que haver conforto para os passageiros. Queremos analisar as condições das escadas rolantes, das tomadas para computadores, banheiros, entrega de malas, o atendimento", afirmou.

Segundo a ministra, Dilma quer relatórios detalhados de grandes atrasos nos voos de julho. "Voos com grandes atrasos, ela [Dilma] quer receber o relatório para saber o que está acontecendo", afirmou Gleisi. De acordo com a ministra, os detalhes do plano de contingência serão disc

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Obra no aeroporto de Cumbica, em SP, começa em 7 de agosto

20/06/2011 - 11h23


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RICARDO GALLO
DE SÃO PAULO
Começa em 7 de agosto a reforma da pista do aeroporto internacional de Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo), o maior do país. A data foi informada no mês passado pela Infraero (estatal responsável pela administração dos aeroportos) às companhias aéreas.
A obra será na maior pista, de 3.700 metros, e vai até 11 de dezembro, na alta temporada. O asfalto será substituído. No período, a pista será reduzida em cerca de 30%, para 2.500 metros. A outra pista, de 3.000 metros, não será reformada por ora.
Por conta da intervenção, aviões de grande porte, como Boeing 777 e Airbus A-340, que fazem viagens de longa distância, terão que reduzir carga e passageiros. Eles têm de estar mais leves para decolar em uma pista menor.
Serão afetados voos para Europa, América do Norte, Ásia e África. As empresas têm planejado voos com carga quase zero e diminuição de até 20 lugares por voo, algo próximo a 7% da capacidade dessas aeronaves.

Eduardo Knapp - 08.jun.11/Folhapress
Movimentação no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos; obra devem começar no local no dia 7 de agosto
Movimentação no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos; obra devem começar no local no dia 7 de agosto
PLANO B
Entre as empresas consultadas, a American Airlines cortará carga e passageiros; a Emirates e a British Airways calculam 23 toneladas e 12,5 toneladas a menos por voo, respectivamente --ambas não decidiram a proporção de carga/passageiros.
A companhia britânica foi a única a revelar o prejuízo estimado: R$ 2,58 milhões.
Em 7 de julho, a Infraero interditará a pista por um dia para simular o vaivém de aviões durante as obras.
Se o teste fracassar, o plano de afetar só carga e passageiros dará lugar a outro, mais radical: reduzir os pousos e decolagens em Cumbica, hoje de 44 por hora.
Essa havia sido a primeira proposta da Infraero para a reforma, com corte de 40% nas operações.
Sob o argumento de que o tráfego aéreo entraria em colapso, as companhias aéreas resistiram e a estatal optou por reduzir carga e/ou passageiros só nos aviões maiores.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Cinco companhias suspendem operações no RS por causa de avanço de cinzas de vulcão

Com o avanço da nuvem de cinzas do vulcão chileno pelo Rio Grande do Sul na noite desta quinta-feira, a maior parte das companhias áereas com operação no Estado suspendeu temporariamente as atividades.

>>AO VIVO: acompanhe a situação no Salgado Filho


A primeira empresa a anunciar mudanças foi a Gol. Em comunicado divulgado às 16h20min, a companhia informou que decidiu suspender temporariamente as operações no Aeroporto Salgado Filho, na Capital, a partir das 18h30 de hoje, e em Caxias do Sul a partir das 19h.

Na nota, a Gol informa que está contatando clientes com passagens marcadas para providenciar reacomodações ou o reembolso no valor integral dos bilhetes. A empresa justifica a suspensão temporária dos voos no RS na necessidade de operar "sob um rigoroso padrão de segurança.  Desde pela manhã acompanhia também não estava voando para o Uruguai e Argentina.

No início da noite, a TAM informou que também paralisará temporariamente as operações no Salgado Filho. Segundo a empresa, estão canceladas chegadas e partidas das 21h desta quinta até as 10h de sexta. A medida é preventiva, devido à aproximação de nuvens de cinzas vulcânicas.

A empresa vai reavaliar a situação nesta sexta pela manhã. Da mesma forma, seguem cancelados pelo menos até o meio-dia de amanhã os voos para Buenos Aires e Montevidéu.

A  Azul também decidiu interromper as atividades em Porto Alegre. A companhia cancelou todas as operações previstas entre as 18h23min de hoje e a manhã de sexta-feira. O Horário de retomada das atividade não foi informado.

"A companhia optou por cancelar todos os voos com destino e origem de Porto Alegre a partir de agora até amanhã de manhâ. A empresa irá contatar todos os clientes dos voos para remarcá-los em uma nova data", informa a nota.

Com operação no terminal antigo no Salgado Filho, a Webjet também anunciou na noite desta quarta o cancelamento de pousos e decolagens em Porto Alegre. A empresa avaliará amanhã se retomam ou não as operações, conforme a assessoria de imprensa.
Também no início da noite, a gaúcha NHT Linhas Aéreas, do grupo santa-mariense JMT, decidiu cancelar todos os voos no Estado por causa da nuvem. Por volta das 18h30min, ainda havia aviões no ar. Contudo, eles só irão encerrar as viagens e, depois, ficarão aguardando nova ordem.

Um avião que partiria de Porto Alegre para Santa Maria, na noite desta quinta-feira, não vai decolar. Na manhã desta sexta-feira, a situação será reavaliada.

A FAB informou que a nuvem de fuligem chegou a Bagé no final da tarde e que avançou pelo Estado por volta das 21h.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Aeronáutica investiga risco de segurança em voo da TAM

24/05/2011 - 15h58


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DE SÃO PAULO
A Aeronáutica iniciou uma investigação nesta terça-feira para apurar o que levou um avião da TAM a voar próximo de uma outra aeronave de pequeno porte na noite de ontem (23), em Brasília.
De acordo com o Comando da Aeronáutica, as aeronaves chegaram a uma distância uma da outra menor do que a distância mínima de segurança. A análise preliminar aponta que a menor distância lateral entre elas foi de 3,5 km às 20h48.
A Aeronáutica afirma que as aeronaves não estavam em rota de colisão, já que cumpriam trajetórias paralelas, e que o avião da TAM realizou uma manobra de segurança prevista para a situação.
As investigações vão prosseguir a partir das gravações de radar e das comunicações.
O avião da TAM, um Airbus A319, cumpria o voo JJ3712, que havia partido do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e se aproximava do aeroporto de Brasília no momento do incidente.
Em nota, a companhia aérea informou que "alertado pelos equipamentos de voo sobre a proximidade de outro avião, o comandante seguiu integralmente os protocolos de segurança". O pouso foi realizado às 20h59.
A outra aeronave era um monomotor modelo Tupi da Embraer, com capacidade autorizada para três passageiros.

Receita e Secex vão combater importação ilegal

Concorrência desleal



Agência Estado


A Receita Federal e a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, vão unir esforços para combater a concorrência desleal das importações em setores considerados críticos. Na lista estão brinquedos, têxteis, pneumáticos, máquinas e equipamentos, eletroeletrônicos (sobretudo produtos de informática), calçados e produtos químicos. 

Serão usadas estratégias de inteligência conjunta nas investigações. Portaria dos dois órgãos será publicada nas próximas semanas integrando os trabalhos de inteligência e criando grupos para acompanhar esses setores. O coordenador-geral de administração aduaneira da Receita, Ernani Checcucci, disse que o trabalho conjunto dará mais clareza ao tipo de problema a ser combatido nas importações. “Vamos ter mais clareza se o problema é com o nosso importador ou se é de defesa comercial.” 

Os dois órgãos também querem fechar as portas usadas pelos fraudadores para burlar a fiscalização, como informações erradas sobre a classificação ou a origem do produto. Casos de subfaturamento, quando o importador brasileiro declara valor menor que o pago ao exportador, são combatidos pela Receita. Denúncias de dumping são apuradas pela Secex. “O foco da Receita é a fraude e a sonegação”, disse o coordenador. 

Esta será a primeira vez que os dois órgãos se unirão para enfrentar problemas do comércio exterior. Historicamente, Receita e Desenvolvimento se enfrentaram em questões cruciais como desoneração de exportações, devolução de créditos para empresas exportadoras e, mais recentemente, no repasse de informações do Fisco para a Secex de volumes importados e exportados de produtos sob investigação por prática de dumping.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

TAM sai de prejuízo e registra lucro de R$ 128,8 milhões no 1º trimestre


Do G1, em São Paulo*
A companhia aérea TAM fechou o primeiro trimestre deste ano com lucro líquido R$ 128,8 milhões, após perda de R$ 70,9 milhões sofrida nos três primeiros meses de 2010, em meio à alta no volume de passageiros transportados e melhora no desempenho financeiro.
A TAM manteve suas estimativas para o ano, de crescimento da demanda doméstica de 15% a 18% e de sua oferta entre 10% e 13%.
A empresa resgistrou um aumento de 11,9% no número de passageiros transportados, chegando a 9,3 milhões no primeiro trimestre.
A taxa de ocupação foi de 74%, combinando os mercados doméstico e internacional, um aumento de 1.9 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior.
A companhia também manteve expectativa sobre o preço médio do barril do petróleo WTI em 2011, de US$ 93, e de um custo excluindo despesas com combustíveis recuando 5%.
A TAM fechou o primeiro trimestre com receita líquida 16,8% maior que a registrada um ano antes, somando R$ 3,04 bilhões. Enquanto isso, as despesas operacionais totais evoluíram mais lentamente, em 16%, para R$ 2,93 bilhões.
O resultado financeiro passou de uma despesa de R$ 183,8 milhões no primeiro trimestre de 2010 para receita de R$ 84,5 milhões de janeiro a março deste ano.
A empresa teve geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e aluguel de aeronaves (Ebitdar, na sigla em inglês) de R$ 380,5 milhões, alta ligeira de 1,1% sobre o total apurado um ano antes. A margem no período caiu de 14,5% 12,5%.
A melhora no desempenho veio com queda nas tarifas. O yield doméstico, medidor do preço das passagens, caiu 5,7% na comparação anual, para 18,2 centavos de real, enquanto o internacional tombou 9,2%, para 14,8 centavos. Em dólar, o yield internacional também recuou, 1,8%.
Já o yield geral da empresa, que inclui receitas com cargas, subiu 1,4% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2010, para 22,4 centavos de real.
A empresa reduziu seus custos por assento-quilômetro percorrido (Cask) sem incluir combustível em 3,8% no período.
*Com informações da Reuters

Renault-Nissan mira vendas anuais de mais de 10 mi de veículos

DA REUTERS, EM TÓQUIO
A Nissan Motor e sua aliada francesa Renault esperam alcançar vendas anuais de mais de 10 milhões de veículos em três a cinco anos, afirmou o presidente-executivo de ambas montadoras, Carlos Ghosn, ao jornal "Mainichi".
O volume representa um aumento ante as 7,3 milhões de unidades vendidas pelas companhias em 2010, e faria da Nissan-Renault a terceira maior montadora do mundo atrás de Toyota Motor e General Motors, publicou o jornal neste sábado.
A fábrica da Nissan na região de Fukushima, atingida pelo terremoto e tsunami no Japão este ano, deve voltar a operar em breve, segundo Ghosn, acrescentando que o desastre não impedirá a empresa de atingir sua meta de volume de vendas recorde pelo segundo ano seguido em 2011.
De acordo com o jornal Nikkei, a fábrica da Nissan em Fukushima deve retomar as operações na próxima semana, sendo que a montadora deve normalizar todas suas atividades no mundo em outubro, antes de rivais como a Honda Motor.