sexta-feira, 5 de abril de 2013

Brasil se mantém atrativo às empresas de carga aérea



Companhias como Emirates e TAP têm aumentado em 30% volume de produtos exportados

Brasil Econômico - Ana Paula Machado | 
Brasil Econômico
Mesmo com a desaceleração da economia no Brasil, o país ainda é um dos mercados mais atrativos para as empresas de carga aérea. A portuguesa TAP, por exemplo, tem aumentado em 30% o volume de produtos exportados na rota Brasil/Europa. Já a companhia Emirates SkyCargo, aumentou em 16% a movimentação na primeira metade do ano fiscal 2012/2013.
“Viracopos, em Campinas, será o nosso hub (aeroporto distribuidor) para a América do Sul. Lá temos mais eficiência na movimentação de carga. Além disso, a região tem um potencial enorme de crescimento, puxado justamente pelo mercado brasileiro”, disse o vice-presidente mundial para Cargas da Emirates, Ram Menen.
E foi justamente o segmento de carga que trouxe a companhia árabe para o Brasil. Ela começou a operar aqui cargueiros em 2006. A Emirates SkyCargo opera no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, com o Boeing 777F, que tem capacidade para 105 toneladas de carga com três frequências semanais, às segundas, quintas e sábados, para satisfazer às necessidades dos clientes no transporte de para Europa e Oriente Médio.
Dilvulgação
A TAP, por exemplo, tem aumentado em 30% o volume de produtos exportados na rota Brasil/Europa
Com esse “pioneirismo” a companhia já detém 10% de participação no transporte de carga no mercado brasileiro, entre as empresas estrangeiras. No ano fiscal 2011-2012, ela transportou cerca de 28 mil toneladas nas rotas para a América do Sul.
Da América do Sul, as exportações incluem peças automotivas, equipamentos de perfuração, produtos perecíveis e farmacêuticos. Os produtos mais importados são equipamentos médicos, peças de aeronaves, eletrônicos, farmacêuticos e móveis. “Por enquanto, não vamos aumentar as frequências na rota brasileira”, disse Menem. “Não há demanda ainda pra isso, mas no futuro é uma medida a ser avaliada, justamente pelo potencial que há a região“, completou.
Outra que tem no Brasil um dos seus principais mercados é a portuguesa TAP. Diferentemente da Emirates, a companhia portuguesa opera carga em conjunto com passageiro no país. Ou seja, não há frequências com cargueiro integral para o mercado brasileiro.
Segundo o diretor de cargas e correio da TAP para o Brasil, Pedro Mendes, somente no primeiro bimestre deste ano, o volume de exportação cresceu cerca de 30% na rota Brasil/Europa. Foram 900 toneladas por mês. Hoje, a empresa opera 70 frequências semanais no país é a companhia europeia que atende o maior número de cidades.
“Março foi melhor que fevereiro. Chegamos a 1,2 mil toneladas. Com isso, retomamos a terceira posição no ranking”. O mercado que mais demanda espaços nos porões dos aviões da TAP é o nordestino.
O executivo ressaltou que os exportadores da região Nordeste são responsáveis por 60% do volume movimentado pela companhia na rota brasileira. “Mandamos muita fruta para a Europa, é o nosso principal produto. E hoje, os grandes produtores estão presentes nas cidades nordestinas”, disse Mendes. “São Paulo hoje não é forte em exportação dentro da nossa companhia. Há muita concorrência por aqui”.

PACOTE CONTRA CAOS LOGÍSTICO É SUSPENSO



Publicação: 05/04/13
Governo federal desiste fazer o anúncio nacional
O governo federal desistiu de fazer um anúncio nacional das ações referente ao pacote de medidas para reduzir o caos no escoamento da supersafra de grãos. O secretário especial dos portos, Leônidas Cristino, confirmou que a ideia de reunir os ministérios da Agricultura, Transportes e dos Portos no anúncio de medidas emergenciais foi suspenso.
Técnicos ligados a outros ministérios informaram que as pastas foram liberadas para falar sobre as medidas pontuais que podem reduzir o caos no escoamento da safra. Como ministro dos portos, Cristino disse que os congestionamentos registrados ao longo do mês de março na Baixada Santista foram minimizados depois de negociações entre a Codesp, os terminais graneleiros, a Prefeitura de Guarujá, a Polícia Militar Rodoviária e a Artesp (agência reguladora dos transportes em São Paulo).
Além disso, o ministério disse que a Codesp foi orientada a controlar o fluxo de caminhões que acessam diariamente o porto de Santos. O ministério pediu ao Serpro, estatal de TI do governo, o desenvolvimento de um software para fazer o controle.
Da Folha de São Paulo

Aeroporto de Londrina vai receber R$ 6,2 mi para obras de ampliação


04/04/2013 19h41 - Atualizado em 04/04/2013 19h41


Dinheiro deve ser usado para desapropriar terrenos no entorno da pista.
Previsão é que as obras sejam concluídas até 2015.

Do G1 PR
Obras devem dobrar a capacidade de passageiros do aeroporto (Foto: Divulgação/infraero)Obras devem dobrar a capacidade de passageiros
do aeroporto (Foto: Divulgação/infraero)
A prefeitura de Londrina, no norte do Paraná, vai receber R$ 6,2 milhões para serem usados nas obras de ampliação do aeroporto da cidade. O repasse do dinheiro foi autorizado pelo governador do estado, Beto Richa, nesta quinta-feira (4).
Segundo o governo estadual, a verba deve ser utilizada para a desapropriação de 29 mil metros quadrados de área, no entorno do aeroporto. Com isso, será possível concluir as obras de ampliação da pista e do terminal de passageiros.
Este foi o segundo repasse estadual para o mesmo fim no aeroporto de Londrina. Segundo o governo estadual, as obras que estão em andamento devem dobrar a capacidade do terminal. A previsão é que sejam concluídas até 2015.
Além de ampliar a pista, ainda devem ser comprados e a instalados o Sistema de Pouso por Instrumento (ILS CAT I), a Estação Metereológica de Superfície Classe I (EMS – I), o Sistema de Luzes de Aproximação (ALS I) e o novo equipamento de proteção ao vôo (DVOR).

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Dilma prepara nova estatal para cuidar de portos e hidrovias, diz jornal



Do UOL, em São Paulo
  • Roberto Stuckert Filho/PR
    3.abr.2013 - A presidente Dilma Rousseff cumprimenta o novo ministro dos Transportes, César Borges (PR)
    3.abr.2013 - A presidente Dilma Rousseff cumprimenta o novo ministro dos Transportes, César Borges (PR)
O governo pode anunciar ainda em 2013 a criação de mais uma estatal, com a função de cuidar dos portos fluviais, hidrovias e eclusas do país, segundo reportagem do jornal 'O Estado de S. Paulo' desta quinta-feira (4).
A "Hidrobrás" deverá ficar responsável por projetar, construir, operar, manter e restaurar a estrutura de navegação em rios.
Segundo o jornal, a estatal surge para dar modernizar a gestão de um setor que opera "muito abaixo de suas possibilidades e do potencial do país".
Caso seja criada, a "Hidrobrás" teria dupla vinculação, reportando-se tanto ao Ministério dos Transportes quanto à Secretaria de Portos da Presidência (SEP), responsável hoje pelos terminais marítimos.
Hoje, quem cuida do setor é o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), responsável também pela imensa malha rodoviária do país. Com isso, segundo especialistas, os portos fluviais e hidrovias acabam ficando em segundo plano.
De acordo com a reportagem, o ex-ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, teria afirmado que o objetivo do governo é tirar a estatal do papel ainda este ano. Porém, a aprovação final irá depender do novo ministro dos Transportes, César Borges, que assumiu o cargo nesta quarta-feira (3).
A nova estatal, caso saia realmente do papel, será a quinta da presidente Dilma Rousseff em menos de três anos de governo - seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, também criou cinco, mas em oito anos.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Aéreas vão sugerir mudanças com relação às novas regras sobre bagagem


28/03/2013 - 03h40


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RICARDO GALLO
DE SÃO PAULO
É possível devolver uma bagagem extraviada no prazo de uma semana para o passageiro, no caso de voos domésticos, disse Ronaldo Jenkins, diretor técnico da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas).
Os problemas da proposta da Anac, aponta Jenkins, são com alguns destinos internacionais, com companhias que fazem voos para localidades distantes, como no caso das empresas que operam voos a países da Ásia.
Sobre a indenização que recairá sobre as aéreas no caso de extravio, ele diz que a medida não é "preocupante".
Segundo Jenkins, as empresas aéreas farão sugestões de alterações à medida no período que será aberto para consulta pública. Além dela, haverá também uma audiência presencial em 22 de abril, na sede da Anac, em Brasília.
Editoria de arte/Folhapress
As companhias eram favoráveis à redução de 32 kg para 23 kg do limite máximo de bagagem que cada passageiro podia, sem pagar taxa extra, despachar.
A agência, no entanto, decidiu não levar a sugestão da redução de peso da bagagem adiante. Jenkins discorda da medida e diz que melhor seria se houvesse a redução, pois o Brasil se ajustaria aos padrões internacionais.
De acordo com o diretor da Abear, a sugestão da agência reguladora de que as companhias aéreas ofereçam descontos aos passageiros que despacharem malas menores é "impraticável" e não deverá ser adotada por elas.
Na avaliação de Jenkins, a multa prevista, no valor de R$ 20 mil a R$ 300 mil, é uma maneira de a Anac pressionar as companhias aéreas a cumprir as regras.
A queixa das companhias contra a agência é comum; especialistas ligados às empresas dizem que a Anac cria normas "jabuticabas" -só existem no Brasil.
Fabio Braga/Folhapress
Malas aguardam encaminhamento no setor de bagagens do Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande SP
Malas aguardam encaminhamento no setor de bagagens do Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande SP

quarta-feira, 27 de março de 2013

Produtores perdem US$ 4 bilhões com caos logístico no país


27/03/2013 - 03h40


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AGNALDO BRITO
DE SÃO PAULO
A Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais) calculou em pelo menos US$ 4 bilhões os prejuízos que os produtores terão neste ano com a caótica logística para a exportação de soja e de milho.
A entidade diz que o país vai exportar 40 milhões de toneladas de soja e 18 milhões de toneladas de milho.
O custo para levar cada tonelada aos portos de Santos ou Paranaguá passou de US$ 81 para US$ 98 por tonelada, cerca de US$ 70 a mais do que pagam os concorrentes da Argentina e dos EUA.
Esse custo é descontado do preço da soja, cotada a US$ 525 a tonelada, e do milho -US$ 246 a tonelada.
"Os prejuízos envolvidos com o escoamento da safra já alcançaram valores superiores ao custo que teríamos em implantar vários corredores hidroviários no país", afirma Sérgio Mendes, presidente da Anec.
Jorge Araujo/Folhapress
Estacionados em meio de neblina, navios na entrada do Porto de Santos esperam para atracar
Estacionados em meio de neblina, navios na entrada do Porto de Santos esperam para atracar
O Brasil tem planos para implantar ao menos duas hidrovias para escoamento da safra pelo Norte, nos corredores dos rios Teles Pires-Tapajós e Araguaia-Tocantins.
O único corredor de exportação que funciona com saída hidroviária pela bacia do Amazonas é a logística do rio Madeira, a partir de Porto Velho (RO).
O governo brasileiro demonstrou interesse em desenvolver sistemas de transporte hidroviário ao bancar a construção da eclusa que rompe a barragem da usina hidrelétrica de Tucuruí (PA), no rio Tocantins.
O país gastou R$ 1,6 bilhão (US$ 800 milhões) no projeto, mas mesmo concluída a estrutura é subutilizada devido a problemas com a navegação abaixo da barragem.
O escoamento de grãos para a exportação pela região Norte do Brasil resolveria parte dos problemas registrados atualmente nos portos de Santos e de Paranaguá.
VOLTA DO PROBLEMA
Depois de uma trégua de três dias, a rodovia Cônego Domênico Rangoni -principal via de circulação entre Bertioga, Guarujá, Cubatão e Santos- voltou a congestionar ontem. Obras de recapeamento da rua do Adubo, única que dá acesso ao porto, atrapalharam o fluxo.
A prefeita de Guarujá, Maria Antonieta de Brito, responsabilizou a PMR (Polícia Militar Rodoviária) por falha na fiscalização dos caminhoneiros.
Segundo ela, a separação de caminhões de contêineres e de grãos não foi feita.
A PMR disse que reforçou o efetivo na região para tentar organizar o fluxo de caminhões, mas diz que ainda aguarda medidas estruturais para resolver o problema do escoamento da safra.
FILA DE NAVIOS
Não são apenas caminhões que estão em fila. O porto de Santos tem hoje 45 navios esperando vaga no cais para carregar soja e farelo. Juntos, eles aguardam 2,6 milhões de toneladas de grãos.
Excluído o que chega a Santos sobre trens, o volume restante de 1,9 milhão de toneladas de soja precisará de 54 mil caminhões para dar conta de encher os porões dos graneleiros.
Por dia, descem a Santos 3.200 caminhões carregados com soja. Considerando todas as cargas, são mais de 10 mil caminhões. Logo, chegarão os caminhões de açúcar.

Câmara Municipal de SP flexibiliza normas de instalação de heliponto


27/03/2013 - 03h50


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ANDRÉ MONTEIRO
DE SÃO PAULO
A Câmara Municipal aprovou ontem, em segunda votação, um projeto de lei que flexibiliza as normas para a instalação de helipontos em São Paulo. O texto segue para o prefeito Fernando Haddad (PT), que poderá sancionar ou vetar a medida.
Editoria de Arte/Folhapress
O projeto, de autoria do vereador Milton Leite (DEM), reduz de 300 metros para 200 metros a distância mínima dos helipontos em relação a escolas, creches e hospitais.
Também livra dessa distância helipontos que comprovem emitir baixos níveis de ruído e libera os que já têm alvará ou que precisem apenas revalidá-lo.
Outra mudança é a redução de 10 para 5 metros o recuo mínimo dos helipontos.
Empresas e condomínios consideram as regras atuais, em vigor desde 2009, muito rígidas. Por esse motivo, têm buscado autorização na Justiça para liberar helipontos com distâncias menores. Havia decisões favoráveis e contrárias, ainda não definitivas.
Além das empresas, o projeto também tem o apoio da Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero.
Representantes de ONGs e de associações de moradores são contra o projeto, e no fim do ano chegaram a protocolar pedido de suspensão da votação na Câmara.
O documento foi entregue após uma reunião pública da Comissão de Meio Ambiente, no dia 13 de novembro.
"O projeto tem conflitos de interesse em todos os níveis", diz Márcia Vairoletti, da Associação Defenda São Paulo, uma das signatárias. Também pediram a suspensão a associações de moradores da Lapa, Pacaembu e Butantã.
O promotor de Habitação e Urbanismo Maurício Ribeiro Lopes questionou a proposta durante a reunião. "É preciso que a população seja mais ouvida. O barulho do helicóptero coloca a saúde das pessoas em perigo. Além disso, não temos segurança aérea suficiente", disse.
Na ocasião, ele afirmou ainda que em Paris notou que políticos vão trabalhar de transporte público, enquanto a prefeitura tem sete helipontos. "Que o Hospital das Clínicas precisa de um heliponto não se discute, mas na alameda Santos é discutível."
O vereador Gilberto Natalini (PV), que convocou a reunião pública no ano passado, foi o único a votar contra.
"Não somos contra os helicópteros, o que a gente pede é um ordenamento para que uma coisa para poucos usuários não prejudique toda uma comunidade", diz Márcia Vairoletti.

Gol deve manter redução de ofertas de voos até 2014



Companhia tenta reverter prejuízo operacional que duplicou em 2012, em relação a 2011

Brasil Econômico - Niviane Magalhães | 
Brasil Econômico
A Gol tem planos de estender até o próximo ano a redução de sua capacidade doméstica na tentativa de recuperar suas margens operacionais. Desde o quarto trimestre do ano passado, a oferta de assentos nos trechos nacionais da aérea vem apresentando queda, que à época foi de 5% em relação ao terceiro trimestre. Para o primeiro semestre de 2013, a retração está projetada entre 8% e 10% e, em todo o ano, a queda estimada é de 7%.
“É difícil dizer que a redução da oferta será necessária somente ao longo de 2013. Hoje, numa ótica particular, acredito que teremos a necessidade de estender essa gestão da oferta ao longo do próximo ano”, disse Paulo Kakinoff, presidente da Gol, depois de apresentar o resultado operacional da companhia de 2012, que apontou que a empresa dobrou seu prejuízo na comparação com 2011.
Divulgação
Kakinoff, da Gol: “O cenário para as companhias aéreas é promissor, porém bastante complicado”
A diminuição da oferta doméstica no quarto trimestre ocorreu em razão da retirada das aeronaves da Webjet da frota operacional, o que fez a demanda cair 9,1%. Somente com o fim da operação da Webjet, a Gol teve que absorver custos adicionais de R$ 197 milhões e provisões para perda com ativos. A companhia enfrenta problemas na Justiça devido à demissão de 850 funcionários da WebJet. Em meados de março, a empresa foi condenada pela Justiça do Trabalho em Brasília e do Rio de Janeiro a pagar multas no valor de R$ 1 milhão cada, mas poderá recorrer da decisão.
“Quando anunciamos a redução da oferta (no fim de 2012) e demos ‘guidance’ do primeiro semestre, também consideramos que a empresa teria flexibilidade para aumentar o corte (...) É reflexo, sim, do preço do combustível, mas é uma reação programada”, disse.
Segundo Kakinoff, o objetivo da manutenção na redução da oferta é elevar a receita por passageiro em pelo menos 10% e retomar as margens operacionais. A companhia aérea anunciou prejuízo líquido de R$ 447,1 milhões no quatro trimestre, contra lucro de R$ 54,3 milhões no mesmo período do ano anterior. Em todo o ano de 2012, as perdas alcançaram R$ 1,51 bilhão, aumento de 101% em relação a 2011.
De acordo com o presidente da Gol, diversos fatores contribuíram para a expansão do prejuízo, entre eles, o aumento recorde de 18% no preço dos combustíveis, acréscimo de 30% das tarifas aeroportuárias, depreciação de 17% do real em relação ao dólar, o fim das operações da Webjet em novembro, que foram antecipadas por causa do cenário dos combustíveis, e o baixo crescimento do PIB brasileiro.
“O cenário para as companhia aéreas é promissor, porém, bastante complicado, pois ao mesmo tempo em que a forte demanda é positiva, existe uma série de pontos negativos que atrapalham, como a questão dos combustíveis. Além disso, o setor trabalha com um limite de funcionários, pois não dá para reduzir significativamente a mão de obra, uma vez que existem milhares de passageiros”, completa Carlos Müller, analista-chefe da Geral Investimentos.
Em relação à oferta internacional, Kakinoff não fez nenhuma projeção porque as definições ainda não foram finalizadas. “Iniciamos a operação Santo Domingo e temos a intenção de expandir essa operação para alcançar mais mercados na América Central e América do Norte, mas como ainda não temos o cronograma definido, optamos por não fazer estimativa”.
Quanto ao programa de milhagem da companhia, o Smiles, Kakinoff disse que os planos para um IPO na BM&FBovespa estão mantidos e que a empresa apenas aguarda o aval da Comissão de Valores Mobiliários. “Acreditamos no potencial do mercado de milhas o que contribuirá para o desempenho da Gol”, pontua o CEO.

terça-feira, 26 de março de 2013

Viracopos já recebe inscrições para pontos comerciais



iG Paulista - 26/03/2013 19h51 
Da redação | igpaulista@rac.com.br
Obras do novo terminal de Viracopos, que será ligado à estação do futuro trem de alta velocidade
Foto: Dominique Torquato/AAN
Novo terminal terá 11 mil m² de Área Bruta Locável e mais de 65 pontos comerciais
O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, divulgou nesta terça-feira (26) o edital para os interessados em terem pontos comerciais no novo terminal de passageiros, que será inaugurado em maio do ano que vem.
Entre os negócios disponíveis estão lojas de alimentação, como restaurantes, cafés e redes de fast-food; lojas de departamento; lojas de vestuário, calçados, perfumaria e cosméticos; artigos eletrônicos; acessórios e artigos para viagem; souvenir; locadora de veículos; farmácia e drogaria; e supermercado.
O novo prédio terá quase 11 mil m² de Área Bruta Locável (ABL), mais de 65 pontos comerciais e capacidade para receber 14 milhões de passageiros por ano.
Os interessados em participar da seleção de lojistas deverão preencher a “Manifestação de Interesse”, disponível no endereço eletrônico http://www.viracopos.com/comercial.html até o dia 26 de abril.
Após a análise dos interessados, a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos (que é a empresa responsável pelo aeroporto) irá enviar para os aprovados um segundo documento com informações e orientações necessárias para formulação da proposta comercial.
Qualquer dúvida deverá ser encaminhada para o endereço eletrônico comercial@viracopos.com

Gol na CBF


12:26 \ Futebol


Patrocínio fechado
A Gol finalmente vai estrear como patrocinadora oficial da CBF. Será no jogo entre Brasil e Bolívia, no dia 6 de abril, no amistoso em homenagem a Kevin Espada, torcedor morto após ser atingido por um sinalizador.
A Gol fechou com a CBF um contrato de quatro anos de duração, com possibilidade de renovar por mais quatro.
Por Lauro Jardim