sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

TAM e Gol aparecem em 'ranking' de companhias menos seguras do mundo


11/01/2013 - 14h38


Do UOL, em São Paulo
A TAM e a Gol aparecem entre as quatro companhias aéreas menos seguras do mundo, em 2012, em um ranking elaborado pela consultoria alemã Jet Airliner Crash Data Evaluation Center (Jacdec). A mais segura do mundo, segundo o levantamento, é a finlandesa Finnair.O levantamento, feito com as 60 maiores empresas de aviação civil, leva em consideração os acidentes aéreos ocorridos desde 1983, a quilometragem já voada, passageiros que viajaram com a companhia e o número de mortes.O resultado, porém, não considera casos em que a companhia aérea não teve responsabilidade pelo acidente.  É o caso da Gol, por exemplo, cujo voo de Manaus a Brasília chocou-se, em 2006, com um jato executivo Embraer Legacy 600, pilotado por dois norte-americanos, matando 154 pessoas. Procuradas, TAM e Gol disseram que quem se pronunciaria sobre o assunto seria a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) --que reúne, além das duas, Avianca e Azul/Trip.Em nota, a associação afirma que o levantamento de maneira alguma reflete a situação atual de segurança das companhias aéreas. Diz ainda se tratar de um apanhado sobre acidentes."Esta entidade faz um levantamento do histórico de acidentes, considerando também o número de fatalidades envolvidas, e este índice realmente não avalia o nível atual de segurança de uma empresa aérea", diz, em nota, o diretor de Segurança e Operações de Voos da entidade, Ronaldo Jenkins. "O padrão utilizado não traduz a situação de segurança ou insegurança de uma empresa." TAM e Gol melhoraram em relação a 2011
2012 foi o ano mais seguro da história, rebate associação
Segundo o estudo, TAM e a Gol ocupam a segunda e a quarta posição entre as empresas menos seguras de 2012, respectivamente. Em primeiro lugar, aparece a China Airlines e, em terceiro, a Air Índia.
As companhias brasileiras melhoraram uma posição em comparação com o ano anterior. No ranking de 2011, a TAM ocupava a primeira colocação, e a Gol, a terceira.
Segundo o estudo, a TAM, fundada em 1979, registrou seis grandes acidentes, desde 1983, que provocaram 336 mortes. O último acidente envolvendo a TAM ocorreu em 17 de julho de 2007, quando um Airbus A320, que vinha de Porto Alegre, não conseguiu parar após pousar na pista do aeroporto de Congonhas e se chocou contra um prédio da empresa, ao lado do aerporto. O acidente matou 187 pessoas.
A Gol, fundada em 2001, registrou um único acidente, em 29 de setembro de 2006, quando o avião que fazia o percurso de Manaus a Brasília chocou-se com o jato executivo Embraer Legacy 600. No acidente, morreram 154 pessoas.
O relatório do Jacdec afirma que 2012 ocorreram 496 mortes provocadas por acidentes aéreos, duas a menos que em 2011. O pior acidente do ano passado foi a queda de um avião da companhia Dana na Nigéria, que matou 169 pessoas.
Segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), a indústria do transporte aéreo teve, em 2012, seu ano mais seguro desde 1945, quando as estatísticas começaram a ser coletadas.
"Ambas as empresas citadas [TAM e Gol], além de seu histórico de 2007 até hoje sem acidentes, passaram recentemente por Auditoria de Segurança Operacional da Associação Internacional das Empresas Aéreas (IATA) e obtiveram o certificado IOSA, em sua plenitude", afirma a nota.
"As associadas ABEAR possuem frotas de última geração e a autoridade aeronáutica brasileira é uma das mais respeitadas do mundo, portanto, os aviões das empresas aéreas brasileiras, ao serem certificados por tal, são de total segurança operacional", aponta o consultor da entidade Adalberto Febeliano.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Air France-KLM nega haver negociação para comprar Alitalia



Em maio, a Air France afirmou que provavelmente esperaria até pelo menos 2014 antes de exercer a opção de assumir o controle da Alitalia

Reuters | 
Reuters
A Air France-KLM negou nesta segunda-feira a informação de que estaria em negociações avançadas para adquirir a participação de investidores italianos na Alitalia para assumir o controle da maior companhia aérea da Itália.
"A Air France-KLM confirma que não há negociações sobre compra da totalidade ou de parte das ações detidas por investidores italianos", afirmou uma porta-voz da companhia aérea franco-holandesa.
O jornal Il Messaggero publicou no domingo que a Air France-KLM, que detém 25 por cento da Alitalia desde janeiro de 2009, ofereceria aos demais acionistas um prêmio de 20 por cento sobre o valor pago em 2008.
Em maio, a Air France afirmou que provavelmente esperaria até pelo menos 2014 antes de exercer a opção de assumir o controle da Alitalia.

Avião carregado com ouro é retido por uma semana na Turquia



06 de Janeiro de 2013 • 08h28 • atualizado às 08h52
Um avião da companhia aérea de carga turca ULS Cargo com uma tonelada e meia de lingotes de ouro encontra-se imobilizado desde terça-feira no aeroporto internacional de Istambul porque as autoridades consideram que seus documentos não estão em ordem, indicaram neste domingo os meios de comunicação turcos.
O Airbus A300, que realizava um voo entre Gana e Dubai (Emirados Árabes Unidos), foi desviado para o aeroporto Ataturk por problemas de combustível, indicou o canal de informação CNN-Turk. Mas a aeronave foi imobilizada porque faltam certos documentos administrativos, segundo as mesmas fontes.
A AFP tentou entrar em contato com as autoridades aeroportuárias turcas, mas não conseguiu localizá-las. Até o momento, nem as autoridades turcas, nem os responsáveis da companhia de transporte fizeram comentários a respeito.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Demanda por voos domésticos cresce 7,22% em novembro, diz Anac



Oferta de assentos no País, no entanto, registrou redução de 5,68%, primeira queda na taxa para o mês de novembro em oito anos

Agência Estado | 
Agência Estado
A demanda por voos domésticos teve alta de 7,22% em novembro de 2012 ante igual mês do ano passado, informou nesta sexta-feira (28) a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A taxa de ocupação nesse segmento foi de 76,25% em novembro, nível mais alto desde o início da série, há 12 anos.
Dilvulgação
Avianca foi empresa com maior crescimento em participação de mercado, segundo a Anac
Já a oferta doméstica, medida em assentos-quilômetros oferecidos, registrou redução de 5,68% no mesmo período. De acordo com a Anac, essa é a primeira redução na taxa verificada para o mês de novembro em oito anos.
A demanda acumulada de janeiro a novembro de 2012 aumentou 7,24% em relação ao mesmo período de 2011. Já a oferta do período registrou crescimento de 3,74%.
Entre as empresas que têm participação de mercado acima de 1%, a Gol foi a única que registrou queda na demanda em novembro de 2012 ante igual mês do ano passado (-0,9%). A maior alta foi registrada pela Avianca (97,11%). Já no grupo TAM (que inclui as operações da Pantanal), o crescimento da demanda foi de 15,06%.
Segundo a Anac, a Avianca também teve o maior crescimento da participação de mercado, atingindo uma fatia de 6,4% no segmento doméstico. O grupo TAM e a Gol lideraram o mercado doméstico no mesmo período com participação de 43,14% e 33,52%, respectivamente.
Mercado internacional
Em novembro, a demanda por voos internacionais operados pelas companhias aéreas brasileiras cresceu 2,67% ante igual mês de 2011. Enquanto a TAM registrou crescimento de 4,78% na demanda internacional em novembro de 2012, em relação ao mesmo mês do ano anterior, a Gol teve redução de 1,03%.
Quanto à participação de mercado, a TAM, com 90,35%, e a Gol, com 9,65%, representaram a totalidade das operações de empresas brasileiras no transporte aéreo internacional de passageiros em novembro de 2012.
A taxa de ocupação dos voos internacionais de passageiros operados por empresas brasileiras alcançou 72,42% em novembro de 2012, contra 74,97% do mesmo mês de 2011 - o que representa uma variação negativa de 3,40%.

Infraero será multada por problemas no Rio, diz Anac



No caso do Santos Dumont, multa será de R$ 50 mil por cada dia em que o ar-condicionado não funcionou, a multa referente ao Galeão ainda não foi definida

Agência Estado | 
Agência Estado
A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) será multada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pelos problemas ocorridos nesta semana nos dois aeroportos comerciais do Rio de Janeiro, disse nesta sexta-feira (28) o presidente da autarquia, Marcelo Guaranys.
Agência Brasil
O diretor presidente da Anac, Marcelo Guaranys, fala durante entrevista coletiva (foto de arquivo)

Segundo ele, no caso do Santos Dumont (regional), a multa será de R$ 50 mil por cada dia em que o sistema de ar-condicionado não funcionou adequadamente. Até agora, a agência constatou ocorrência da falha em cinco dias. Na quinta-feira (27), passageiros que embarcavam e desembarcavam no local ainda sofriam com o forte calor.
Já a multa que será aplicada como punição pelo apagão do Antônio Carlos Jobim (Galeão, internacional) ocorrido na última quarta-feira será de R$ 35 mil a R$ 50 mil, valor ainda a ser definido por técnicos da agência.
As informações foram dadas por Guaranys durante vistoria feita no aeroporto internacional do Rio de Janeiro. Ele estava acompanhado do ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, e do presidente da Infraero, Gustavo Vale, que reconheceu a responsabilidade da Infraero pelo apagão e pediu desculpas aos passageiros.
Sobre a criação de uma subsidiária da Infraero anunciada na semana passada pela presidenta Dilma Rousseff , o executivo disse que o plano é encontrar um sócio estrangeiro para a nova empresa, que se chamará Infraero Serviços, no primeiro semestre de 2013.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

A Líder avança


Faturamento de 875 milhões
O Pibinho deu as caras em 2012, mas em alguns setores o crescimento ainda é chinês.  A Líder Aviação deve fechar 2012 com um faturamento de 875 milhões de reais, 25% superior ao de 2011.
Mas, que fique claro, a venda de jatos executivos caiu de 31 no ano passado para vinte em 2012. O crescimento da Líder  é consequência de sua presença em outras quatro áreas da aviação executiva: manutenção, fretamento e gerenciamento; atendimento aeroportuário e operações de helicópteros.
Por Lauro Jardim

A Líder avança


Faturamento de 875 milhões
O Pibinho deu as caras em 2012, mas em alguns setores o crescimento ainda é chinês.  A Líder Aviação deve fechar 2012 com um faturamento de 875 milhões de reais, 25% superior ao de 2011.
Mas, que fique claro, a venda de jatos executivos caiu de 31 no ano passado para vinte em 2012. O crescimento da Líder  é consequência de sua presença em outras quatro áreas da aviação executiva: manutenção, fretamento e gerenciamento; atendimento aeroportuário e operações de helicópteros.
Por Lauro Jardim

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Dono da Avianca faz proposta de R$ 4 bi para comprar aérea portuguesa


10/12/2012 - 10h27 / Atualizada 10/12/2012 - 10h40


Do UOL, em São Paulo
Comentários13
O grupo Synergy, dono da Avianca no Brasil, apresentou nesta segunda-feira (10) sua proposta ao governo português para adquirir a companhia aérea TAP. Caso a negociação seja concluída, a empresa passaria a liderar o mercado de voos do Brasil para a Europa.

Segundo o "Jornal de Negócios", de Portugal, a oferta do grupo, controlado pelo empresário Germán Efromovich, totaliza € 1,5 bilhão (cerca de R$ 4 bilhões), dos quais € 1,2 bilhão servirão para assumir o passivo financeiro da estatal portuguesa.

Investimento

Segundo o jornal português "Diário Económico", o grupo Sinergy está disposto a investir € 4 bilhões nos próximos cinco anos se ganhar a licitação.
A publicação cita uma fonte próxima a Efromovich e considera que o investimento será destinado à renovação da frota. Luís Mór, vice-presidente da TAP, reconheceu na sexta-feira que a empresa vai "precisar de mais aviões".
A Parpública, holding que controla as participações empresariais do Estado português na empresa, avaliará a proposta de aquisição nos próximos cinco dias. Segundo o site do "Jornal de Negócios", a oferta ficou abaixo do esperado pelo governo, que tende a estender as negociações.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Fedex espera dia mais movimentado da história da empresa na segunda-feira


Companhia prevê entregar mundialmente 19 milhões de encomendas em 24 horas

Pedro Carvalho - iG São Paulo | 
Divulgação
Frota da empresa passa de 600 aviões: alta é impulsionada pelo comércio eletrônico
A Fedex estima que segunda-feira (10) será o dia mais movimentado na história da empresa, fundada em 1971. A companhia americana prevê entregar 19 milhões de encomendas pelo mundo, 10% acima do dia mais movimentado do ano passado e o dobro das entregas de um dia normal.
O período entre o feriado de Ação de Graças, que caiu em 22 de novembro, e o Natal é sempre o mais movimentado para a Fedex. Em 2012, a empresa preve entregar 280 milhões de pacotes nesse intervalo, alta de 13% em relação a 2011. O pico ocorre na chamada Green Monday, a segunda segunda-feira de dezembro, quando se inicia a principal semana de vendas de Natal.
“O crescimento ano a ano do nosso volume do período de Natal se deve a vários fatores, incluindo o crescimento contínuo do e-commerce global e o aumento modesto de gastos dos consumidores”. Mike Murkowski, vice-presidente Sênior de Operações para a América do Sul.
No ano passado, a Green Monday caiu em 12 de dezembro, quando foram entregues 17,2 milhões de encomendas. Segundo executivos da empresa, em entrevistas a jornais americanos, o crescimento das vendas online é um dos responsáveis pelo aumento no número de entregas. 

Picos históricos

Veja quais foram os dias mais movimentados na Fedex a cada ano
Fonte: Fedex / em milhões de unidades / * expectativa

A Fedex e prestadores independentes de serviço contrataram mais de 20 mil trabalhadores temporários para dar conta das encomendas de final de ano. Além disso, funcionários de várias divisões da companhia precisarão fazer horas extras no período.
Neste fim do ano, a Fedex terá mais de 300 mil funcionários, 600 aeronaves e 90 mil veículos envolvidos nas entregas, em 220 países. A empresa é sediada em Memphis (EUA), tem ações negociadas na bolsa de Nova York desde 1978 e faturamento anual em torno de US$ 43 bilhões.
Em maio, a companhia comprou a brasileira Rapidão Cometa. O valor não foi revelado, mas se tratou do  maior negócio global da Fedex no ano .