segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Voos devem ser alterados por obras em pista do maior aeroporto de MT


08/09/2012 15h10 - Atualizado em 08/09/2012 15h17


Obras devem ser concluídas em 5 meses, segundo a Infraero. 
Enquanto isso, companhias precisam reacomodar passageiros.

Do G1 MT
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 Obras na pista do Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, devem causar mudanças na programação de voos. Durante cinco meses, as próprias companhias aéreas terão que reacomodar e avisar os passageiros que tiverem os voos transferidos para outros horários.
Para garantir a segurança nos voos, a pista do aeroporto está sendo recapeada entre 2h05 e 8h05 de segunda a sexta-feira e aos sábados e domingos das 20h às 8h. Por isso, nesses dias e horários os pousos e decolagens estão suspensos. As obras devem durar 108 dias. A orientação da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) é procurar a companhia aérea.
De acordo com o presidente do Conselho de Defesa do Consumidor de Cuiabá, Sílvio Soares, quem já tinha programado a viagem dias antes da suspensão terá de ser reacomodo em outro voo. "A própria companhia vai ter que efetivar essa reacomodação", frisou.
Para a supervisora de vendas de uma agência de viagens, Gabriela Biasuz, a informação não trouxe incômodos aos clientes porque o aviso foi feito antecipadamente e deu tempo para se programar. "Nós avisamos 24 horas antes sobre a alteração do voo e assim reacomodamos no melhor horário que a companhia disponibiliza", afirmou.
Já os passageiros que se sentirem lesados podem buscar repará-lo junto aos órgãos de proteção, ingressando com uma medida judicial, como prevê o Código de Defesa do Consumidor.
Segundo a Infraero, serão investidos cerca de R$ 6 milhões nas obras.

80% dos furtos no saguão do maior aeroporto do País são cometidos por latinos



08/09/2012 12:33
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R7
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Daia Oliver/R7
Você está no check-in do aeroporto e desvia os olhos da bagagem para falar com o atendente ou procurar um documento na bolsa. Em uma lanchonete no saguão, levanta da mesa para pegar um pedido e esquece o notebook ou celular em cima da mesa. Entra em uma loja ou no banheiro e o carrinho com as malas fica do lado de fora. Um pequeno momento de distração é a oportunidade que as quadrilhas de furto de bagagens que agem na Grande São Paulo precisam para cometer seus crimes.
Segundo Raul Machado Tiltscher, delegado da Deatur (Delegacia Especializada de Atendimento ao Turista) do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, 95% dos casos de furto de bagagem no saguão do maior aeroporto internacional do País acontecem por causa da distração das pessoas.
De acordo com o investigador, os criminosos passam horas no local observando a movimentação dos passageiros. Como não podem usar violência porque isso chamaria facilmente a atenção dos policiais, eles aguardam o momento certo para agir.
Tiltscher conta que, apesar da ação silenciosa, é possível traçar um perfil desse tipo de criminoso. Embora não tenham uma faixa média de idade, eles estão sempre bem vestidos e, normalmente, carregam uma mochila, uma mala ou empurram um carrinho de bagagens. Eles agem sozinhos, em dupla ou em casal.
Latinos
Segundo a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), cerca de 185 mil pessoas passam todos os dias por Cumbica. Entre janeiro e julho, o movimento operacional chegou a mais de 160,5 mil aeronaves com o trânsito de mais de 18,7 milhões de passageiros. 
Em média, a Deatur registra 3,4 furtos por dia no local. De acordo com Tiltscher, a maior parte dos assaltantes que furtam bagagens é de latinos.
— Dos furtos no saguão, 80% dos presos em flagrante em Cumbica são peruanos, colombianos e venezuelanos.
Os momentos preferidos pelos criminosos para agir são quando o saguão está cheio. O horário de pico é das 5h às 10h e das 17h às 22h. Dados da SSP (Secretaria de Segurança Pública) mostram que, este ano, disparou o número de furtos no aeroporto internacional de Cumbica. Os registros passaram de 587 nos seis primeiros meses de 2011 para 845 no mesmo período de 2012, o que representa um aumento de 43,9%.
Para evitar dor de cabeça, sempre mantenha os olhos na bagagem. Não deixe o carrinho atrás de você ou abandonado. Também não deixe expostos equipamentos eletrônicos, como celulares e notebooks. E cuidado até com paqueras e informações, os bandidos são especialistas em criar distrações.

Trabalhadores da Lufthansa fazem greve na maior companhia aérea europeia



7/9/2012 12:09,  Por Redação, com Esquerda.net - de Berlim
lufthansa
Funcionárias da Lufthansa permaneceram em solo nesta sexta-feira
A maior greve da história da maior companhia aérea europeia deixou em terra, nesta sexta-feira, a maioria dos aviões nos aeroportos de Frankfurt, Munique, Düsseldorf, Berlim, Hamburgo e Stuttgart. A paralisação de 24 horas foi convocada pelo sindicato UFO, que representa os tripulantes de cabine. A administração da empresa queixou-se da medida de força dos trabalhadores, afirmando que a greve é desproporcional.
“Ela significa grandes prejuízos financeiros para a empresa e prejudica a imagem da marca Lufthansa”, disse, em comunicado.
Os tripulantes, que têm os salários congelados há três anos, exigem 5% de aumento e o fim do recurso a mão de obra subcontratada. A Lufthansaemprega 18 mil funcionários no serviço de bordo. A administração oferece um aumento de 3,5%, mas exige, duas horas a mais na jornada de trabalho ou uma remuneração menor para horas extras.
A Lufthansa registou um prejuízo operacional de 20 milhões de euros no primeiro semestre deste ano. Um dos motivos é o aumento de preço dos combustíveis combinado à crise do euro. A empresa adotou um plano de voos reduzido e um programa de redução de gastos que envolve o despedimento de 3.500 dos 120 mil funcionários.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Início de namoro


7:14 \ Economia


Proposta na mesa
Executivos da Qatar Airways reuniram-se na terça-feira passada com o alto comando da Gol. Os árabes querem comprar a companhia usando o mesmo desenho que foi utilizado pela LAN para ficar com a TAM. Ressalte-se que é ainda um namoro em fase muito inicial e aparentemente, com chances ignoradas de virar casamento.
Por Lauro Jardim

Funcionários da Lufthansa vão retomar as negociações



Sindicato anunciou que vai conversar com direção da companhia aérea para resolver o conflito salarial que originou a greve dos trabalhadores

EFE | 
EFE
ASSOCIATED PRESS/AP
Passageiros aguardam atendimento em fila no guichê da Lufthansa no aeroporto de Munique
O sindicato dos tripulantes de cabine da Lufthansa (UFO) informou nesta sexta-feira que vai realizar as primeiras conversas com a direção da companhia aérea para resolver o conflito salarial que gerou uma greve dos trabalhadores. A Lufthansa havia informado que desde a última quinta-feira busca uma solução para evitar a paralisação, apesar de ainda não ter sido aprovado um mediador e da falta de definição sobre se as negociações bilaterais terão prioridade.
Após dois dias de greves regionais, o sindicato convocou um protesto em toda a Alemanha que obrigou a Lufthansa a cancelar 1.000 dos 1.800  voos previstos para hoje. Cerca de 18 mil tripulantes da Lufthansa estão em greve de 24 horas desde a meia-noite local desta sexta-feira (19h de Brasília de quinta-feira) em todas as suas bases, o que levará à suspensão de dois terços dos voos da empresa e afetará cerca de 100 mil passageiros.
É a maior greve na história da companhia aérea. A primeira greve de alcance nacional dos tripulantes terá efeitos no tráfego aéreo de toda a Alemanha e suas conexões internacionais, tanto dessa companhia aérea como de suas associadas. O presidente da Lufthansa, Christoph Franz, afirmou à rede de televisão estatal "ZDF" que a greve é "desproporcional", e admitiu que a dimensão do conflito superou suas previsões.
O conflito ocorre em um momento crítico para a empresa, que precisa cortar despesas para enfrentar a concorrência das companhias de baixo custo e a alta dos preços dos combustíveis. 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Aeroporto de Guarulhos poderá ter até duas estações de trem



05 de setembro de 2012 • 13h08 • atualizado às 13h34

Cumbica terá duas estações da Linha 13-Jade no terminal de cargas e em um de passageiros. Foto: Adriano Lima/Terra
Cumbica terá duas estações da Linha 13-Jade no terminal de cargas e em um de passageiros
Foto: Adriano Lima/Terra
THIAGO TUFANO
Direto de São Paulo
O presidente da Concessionária Aeroporto Internacional de Guarulhos S.A., Antonio Miguel Marques, afirmou, na manhã desta quarta-feira, que Cumbica poderá ter duas estações de trem e metrô para os próximos anos. De acordo com o empresário, a ideia é que a Linha 13-Jade, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) chegue ao aeroporto até a Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil.
"Estão previstos no projeto da Linha 13 duas estações, uma em frente ao terminal 4 (terminal de carga) e a outra, que ainda está em fase de definição, vai ser provavelmente em frente ao terminal 3, mas ainda não é a posição final", afirmou Marques. As obras do terminal 3 do aeroporto já estão em andamento.
Porém, quando questionado se o prazo seria cumprido pelo governo do Estado que, segundo ele, prometeu uma das estações para o Mundial de futebol, Marques afirmou que a responsabilidade está com a CPTM.
"Quem tem que responder essa pergunta é a CPTM, mas o governador diz que estão fazendo todo esforço para o trem estar funcionando até a Copa. A previsão da CPTM é que seja concluído até a Copa", completou.
Além da melhoria no acesso ao aeroporto que deve ser feita através das estações de trem, o projeto do novo aeroporto prevê mais 6 mil vagas de estacionamento até a Copa do Mundo de 2014. Outro fato que irá melhorar a locomoção dos usuários é a construção de um "mini terminal rodoviário", que irá funcionar onde hoje ficam os táxis.
A chegada do Rodoanel ao Aeroporto de Guarulhos também foi citada pelo presidente da Concessionária, porém, o novo acesso não estará pronto para o evento.
Hotéis no aeroporto
A ideia da Concessionária é construir hotéis dentro do próprio aeroporto, que possam receber passageiros em voos de conexão, que passam a noite no País. Os estabelecimentos serão de três, quatro e cinco estrelas.
Apenas o terminal 3, que ficará pronto para a Copa, um hotel com 50 quartos será construído, localizado dentro do próprio terminal em área restrita e antes da imigração. Essa obra será feita pela concessionária, que depois negociará com redes hoteleiras para a definição da bandeira de administração do prédio.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Com Rapidão Cometa, Fedex planeja ter serviço de entrega expressa no Brasil



Até a aquisição da empresa brasileira, no primeiro semestre deste ano, companhia americana estava focada no mercado de importação e exportação

Dubes Sônego | 
Divulgação
Rapidão Cometa: Fedex pretende usar capilaridade de entrega da companhia brasileira para oferecer no Brasil serviço de cargas expressas

A Fedex, uma das maiores empresas de logística do mundo, ao lado de DHL, TNT e UPS, planeja ter no mercado interno brasileiro um serviço de encomendas expressas similar ao que a tornou famosa em seu país de origem. A construção de uma rede que permita a coleta de mercadorias dentro do Brasil, com destino no Brasil, e entrega na manhã seguinte, está na lista de prioridades da companhia em seu processo de integração com a Rapidão Cometa, adquirida no primeiro semestre deste ano. "É algo que devemos oferecer num futuro próximo", diz Michael Murkowski, sênior vice-presidente de operações da Fedex Express para a América do Sul.
No Brasil há pouco mais de quatro semanas, Murkowski é o executivo que vai acompanhar pela Fedex o andamento de todo o processo de integração com a empresa brasileira.
O volume de investimentos envolvido no projeto de entrega de cargas expressas e a data em que irá entrar em operação são mantidos em sigilo pela companhia. Mas é algo que deverá acontecer dentro do período de 18 a 24 meses, estipulado para a conclusão do processo de integração. 
A tecnologia de rastreamento e gestão das encomendas usada provavelmente será a mesma que a Fedex usa em outros mercados em que oferece o serviço, como o americano, o mexicano, o indiano e o polonês. Murkowski não crava, mas diz que é o tipo de coisa que a Fedex pode agregar à empresa que irá surgir da união. A Rapidão Cometa é uma das líderes na distribuição de cargas fracionadas, mas faz muito poucas entregas expressas, especialidade da americana.
O estabelecimento de uma rede do gênero também permitirá à Fedex explorar mercados com grande potencial dentro dos clientes atuais. Um deles, diz o executivo, é o de grandes empresas internacionais que exportam para o Brasil e gostariam de ter um só fornecedor de serviços logísticos. "Eles vão querer entregar para nós a distribuição doméstica. E também achamos que vão usar nossa rede para exportar a partir do Brasil", afirma Murkowski. 
No mercado interno, o comércio eletrônico uma nova fronteira em potencial. 
Mas haverá diferenças entre o sistema de entregas expressas no Brasil e nos Estados Unidos. Lá, a Fedex tem aviões próprios para fazer a ligação entre grandes cidades americanas e usa caminhões somente para cobrir os trechos finais da entrega. Por ser uma companhia de capital estrangeiro, a legislação brasileira impede que a empresa tenha aviões para cobrir rotas dentro do Brasil. Tem autorização somente para fazer a ligação com outros países. O problema, porém, poderá ser contornado com a compra de espaço em aeronaves de companhias brasileiras.
Até a aquisição da Rapidão Cometa, a Fedex atendia pouco mais de 2 mil cidades no Brasil. Com a compra, a unidade brasileira passou a alcançar 5,3 mil, saltou passou a quinta posição entre as  maiores filiais da companhia americana em receita (acima de R$ 1 bilhão, segundo estimativas), agregou 45 filiais, 145 pontos de distribuição, 770 veículos um terminal alfandegado em Suape.
Cautela
Fora a implantação do serviço de cargas expressas, porém, a ordem do dia na companhia é ter cautela para não comprometer a estrutura herdada com a aquisição. "Compramos a Rapidão porque é um negócio sólido e rentável. Não queremos mudar isso", afirma Murkowski. "Nessa fase, vamos manter os negócios como de costume em relação ao que oferecemos para os clientes e na forma como cada unidade é gerenciada".
Na prática, explica, isso significa manter as equipes que já estavam na empresa, especialmente aquelas em cargos estratégicos. O exemplo mais emblemático é certamente o do presidente da Rapidão Cometa, Américo Filho, que passou também a ser presidente da Fedex Brasil. Haverá somente ajustes pontuais, diz o executivo americano, por causa do momento de desaceleração econômica por que passa o país.
O receio de impor uma cultura externa se justifica. Em meados da década passada, a holandesa TNT comprou duas grandes empresas de cargas rodoviárias no Brasil, a Mercúrio (em 2007) e a Expresso Araçatuba (em 2009). O processo de integração, porém, foi conturbado e já em 2010 a empresa amargava prejuízos de mais de 200 milhões de euros e a perda de grandes clientes.
A estratégia para não repetir o erro é baseada em um cronograma que prevê inicialmente a análise do que vale a pena integrar e o que não vale, tendo como critério "a geração de valor para os clientes". "Não queremos transformar a Rapidão Cometa em Fedex, nem a Fedex Brasil em Rapidão Cometa. Nosso objetivo é pegar os melhores elementos da cultura e das duas companhias e combiná-los em algo que seja unicamente brasileiro", diz.

Greve da Lufthansa pode causar caos em aeroportos da Europa


Edição do dia 05/09/2012
05/09/2012 08h13 - Atualizado em 05/09/2012 08h13

 

Com a paralisação parcial na terça-feira (4), mais de 300 vôos foram cancelados. Em toda a Europa, 43 mil passageiros ficaram no solo.

Todos os tripulantes da maior companhia aérea da Europa - a Lufthansa - foram convocados a entrar em greve por 24 horas, na próxima sexta-feira. É promessa de caos em todo continente.
A terça-feira (4) foi uma amostra do que pode acontecer. O aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, é a base da Lufthansa e o maior da Europa Continental. Só perde em movimento de passageiros para o aeroporto de Heathrow, na Inglaterra. Com a paralisação parcial do pessoal de cabine, mais de 300 vôos foram cancelados. Em toda a Europa, 43 mil passageiros ficaram no solo.