Passageiros nas filas de check-in em Congonhas
Em 16 meses - entre janeiro de 2011 e abril de 2012 - foram registrados
2.755 furtos nos três maiores aeroportos paulistas: Congonhas (São Paulo),
Cumbica (Guarulhos) e Viracopos (Campinas). Apenas entre janeiro e abril deste
ano, o aumento desse tipo de crime foi de 35%, se comparado com o mesmo período
de 2011. Segundo a polícia, boa parte dos criminosos são estrangeiros, bem
vestidos, que transitam com o passaporte na mão em busca de um momento de
distração dos passageiros.
Para evitar que os furtos sigam uma curva crescente na mesma medida em que
aumenta o movimento de pessoas nos terminais, a polícia aconselha o passageiro
a ficar sempre de olho na bagagem, não deixar maletas na parte superior do
carrinho (pela facilidade de roubo) e verificar se não esqueceu algum pertence
antes de embarcar ou sair da sala de desembarque.
As companhias afirmam que orientam os passageiros a não desviarem a atenção
de seus pertences através de avisos verbais e cartazes. Para evitar roubos após
o despacho das bagagens, especialistas recomendam que seja solicitado o lacre
fornecido pelas companhias aéreas e que esse número seja anotado no bilhete
para evitar que a mala seja violada e o lacre seja trocado por outro.
O problema não é uma exclusividade paulista, no aeroporto de Brasília os
furtos aumentaram 7,5% nos cinco primeiros meses deste ano, se comparado com o
mesmo período de 2011. No entanto, se forem considerados apenas os furtos a
transeuntes, o mais comum, o crescimento foi de 18%. O Terra solicitou
ainda as informações dos aeroportos do Galeão (RJ) e Confins (MG), que estão
entre os mais movimentados do País, mas, tanto no Rio quanto em Minas, as
autoridades disseram não ser possível levantar essas informações.
R$ 58 milhões em segurança
De acordo com a Infraero, em 2012 aproximadamente R$ 58 milhões serão investidos
para a aquisição de equipamentos de inspeção de segurança. Atualmente existem
600 câmeras nos terminais de passageiros de carga e de passageiros nos
aeroportos de Guarulhos e Campinas, além de mais 170 em Congonhas. O projeto
"De Olho na Carga", disponível em 19 cidades, possibilita que os
passageiros acompanhem a transporte das malas através de monitores na sala de
desembarque.
Ainda de acordo com a Infraero, a Comissão de Segurança Aeroportuária,
composta por empresas e órgãos responsáveis, se reúne para fazer o mapeamento
das ocorrências e, assim, nortear as ações de prevenção e combate aos furtos.
Mochila roubada no raio-x
Diferente da maioria dos casos, que acontecem no saguão, o bancário Daniel
Oliveira Castro Medeiros, 30 anos, teve a mochila furtada ao passar pelo raio-x
da alfândega do aeroporto de Guarulhos, quando voltava de uma viagem a Nova
York, em janeiro deste ano. O prejuízo foi de cerca de R$ 10 mil, além das mais
de quatro mil fotos da viagem perdidas.
Daniel conta que ficou um pouco confuso ao passar pela inspeção de bagagem,
em virtude do grande movimento. Após passar pelo raio-x foi liberado, mas só
percebeu a falta da mochila no táxi e ao voltar foi proibido de entrar. Teve
que perambular por diversos órgãos durante cinco horas na tentativa de reaver a
bolsa, mas saiu do aeroporto com um boletim de ocorrência e queixa na ouvidoria
da Infraero. A resposta veio, segundo ele, 60 dias depois, sendo que as imagens
do circuito interno só são mantidas por 30 dias. A Infraero diz que a resposta
foi dada a Daniel em 16 dias.
"Era
uma coisa bem simples, eu tinha acabado de sair dali. Não me deixaram entrar e
ficou aquele empurra-empurra, até que desse tempo para sumir", reclama.
Daniel conta que a polícia foi solidária e disse que aquilo estava ocorrendo
com muita freqüência. "Aconteceu no dia 20 de janeiro e duas semanas
depois prenderam uma quadrilha que roubava bagagens".
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Log-In lança nova rota de cabotagem no Pará e no Maranhão
Festejando hoje, 21 de junho, 5
anos de existência, a empresa lança novo serviço ligando portos do Norte e
Nordeste ao restante do país e ao Mercosul.
No próximo dia 21 de junho, a
Log-In Logística Intermodal completa 5 anos de existência. Líder em
investimentos na navegação de cabotagem no Brasil, a Log-In é a primeira
empresa no Brasil a oferecer soluções integradas para movimentação portuária e
transporte de contêineres porta-a-porta. Atualmente, a sua extensa malha
logística cobre cerca de 80% do PIB nacional, integrando as principais regiões
do Brasil ao Mercosul. “Acreditamos no potencial da cabotagem para alavancar a
competitividade da indústria brasileira com o equilíbrio da matriz de
transportes”, afirma Vital Jorge Lopes, Presidente da Log-In.
O compromisso com a integração do
país será reforçado em agosto deste ano, quando a Log-In começará a operar seu
novo serviço Costa Norte. A rota ligará o Pará e Maranhão aos principais portos
do Brasil e Mercosul. A empresa será a única brasileira a oferecer o serviço de
cabotagem nesses estados. Com frequência quinzenal, o novo serviço será feito
pelo navio Log-In Pantanal, que tem capacidade para transportar até 1.700 TEUs.
Além de Itaqui (MA) e de Vila do Conde (PA), a rota Costa do Norte passará
também pelos portos de Suape (PE) e Fortaleza (CE).
Atualmente, a Log-In está em fase
adiantada de construção do Log-In Tambaqui, no estaleiro Eisa, na Ilha do
Governador (RJ). Este é o terceiro navio de uma encomenda de sete que a Log-In
tem com o Eisa, sendo cinco do tipo porta-contêiner, dos quais dois já estão em
operação, e dois graneleiros, cridos para atender ao contrato de 25 anos com a
Alunorte para viagens consecutivas entre o Porto Trombetas e o Porto de Vila do
Conde, ambos no estado do Pará. A operação irá movimentar 150 milhões de
toneladas de minério de bauxita a granel no período.
Todas as embarcações encomendadas
pela Log-In ao Eisa estão incluídas no PAC – Programa de Aceleração do
Crescimento do Governo Federal. O investimento total é superior a R$ 1 bilhão,
utilizando recursos do FMM – Fundo da Marinha Mercante ¬ – por meio de repasse
do BNDES. Até 2013, a Log-In lançará ao mar um novo navio a cada seis meses. O
projeto com a Alunorte faz parte da estratégia da Log-In em desenvolver
soluções especializadas para logística de cargas na cabotagem brasileira,
mediante contratos de longo prazo.
A empresa
A Log-In Logística Intermodal
oferece soluções de logística no transporte intermodal no Brasil e no Mercosul,
trazendo para o mercado a sua expertise em planejamento, gerenciamento e
operação de cargas conteinerizadas. A empresa administra e opera o Terminal
Portuário de Vila Velha (TVV), além de oferecer serviços logísticos com base na
navegação costeira. Possui também terminais terrestres intermodais para
movimentação e armazenagem de cargas, complementando seus serviços com
transporte rodoviário de curta distância, além de oferecer serviços de
planejamento e gestão logística para outras companhias.
Mais de 1.500 empresas fazem
parte da carteira de clientes da Log-In, entre elas, grandes representantes das
indústrias de Alimentos, Bebidas, Siderurgia, Química, Têxtil, Higiene &
Limpeza, Automobilismo e Eletroeletrônica. Para atendê-los, a companhia conta
com cerca de 1.100 empregados, distribuídos por 16 unidades no Brasil, uma em
Buenos Aires, na Argentina, e outra em Montevidéu, no Uruguai.
A Log-In atua em mercados que
estão em crescimento no Brasil, focando suas atividades na movimentação e transporte
de contêineres. A opção pelo transporte intermodal com base marítima e
ferroviária de contêineres não beneficia somente os clientes, mas também reduz
custos logísticos e as emissões de gás carbônico.
História
A Log-In encerrou sua operação de
abertura de capital em 25 de junho de 2007. Hoje, a Vale detém 31,3% da
companhia e o restante do capital está pulverizado no mercado. Mais de 27 mil
investidores pessoas físicas e clubes de investimento adquiriram ações da
empresa na abertura de capital, um recorde no mercado brasileiro de
ações.
A origem da Log-In remonta a
1962, quando foi criada a Docenave, uma subsidiária da CVRD com atuação no
transporte marítimo de granéis sólidos de longo curso e apoio portuário. Em
1998, a Vale firmou contrato de arrendamento para a exploração do Terminal de
Vila Velha, e, em 1999, foi iniciada a operação de navegação costeira.
LAN Chile e TAM completam fusão e criam a LATAM Airlines
SANTIAGO, 22 Jun 2012 (AFP) -A aerolínea chilena LAN e a brasileira TAM anunciaram nesta sexta-feira que completaram seu processo de fusão e criaram a LATAM Airlines Group, considerada a maior linha aérea da América Latina, segundo um comunicado divulgado por ambas companhias.
"LAN Airlines S.A. e TAM S.A. informam que foi concluído com êxito o processo de intercâmbio de ações através do qual as empresas combinaram seus negócios e criaram a LATAM Airlines Group S.A.", diz o texto.
A Oferta Pública de Ações (OPA), iniciada em maio, foi concluída depois que 99,9% dos acionistas de TAM mudaram seus títulos da companhia pelos da LAN, à proporção de 0,9 ação da aerolínea chilena por cada uma da brasileira, que era o último passo para criar a mega empresa aeronáutica.
Ambas as companhias pensavam em concluir a operação há 10 dias, mas a falta de uma porcentagem mínima de compra de ações lhes impediu de fazer um anúncio oficial na semana passada.
A fusão, anunciada em 2010, une a TAM, a maior aerolínea brasileira com uma frota de 156 aviões de passageiros, e a LAN, a principal aerolínea chilena com 125 aviões de passageiros e 14 aeronaves de carga e que alcançou lucro de 320,2 milhões de dólares em 2011.
Esta associação põe a LATAM Airlines entre os 10 maiores grupos de aerolíneas do mundo, com conexões de transporte para passageiros em cerca de 150 destinos em 22 países e serviços de carga de cerca de 169 destinos em 27 países, com uma frota de 310 aviões e 51.000 empreados.
A LATAM Airlines possui valor estimado de 14,500 bilhões de dólares e representa cerca de 6% do transporte aéreo mundial.
No comunicado, as aerolíneas não especificaram em que aliança internacional de aviação permanecerá a nova empresa, já que a TAM integra a Star Alliance e a LAN a Oneworld.
"O crescimento gerado pela LATAM nos permitirá oferecer novos destinos para nossos clientes, criar mais oportunidades para nossos mais de 51.000 empregados e gerar maior valor para os acionistas", afirmou Mauricio Rolim Amaro, Vice-presidente da TAM, que encabeçará um diretório que estará encarregado da LATAM, de acordo com o comunicado oficial.
"A criação deste grupo de aerolíneas é uma oportunidade para levar a América do Sul ao mundo e nos permitirá nos posicionar para poder operar em um cenário cada vez mais competitivo, produto da continua consolidação do setor aéreo mundial", disse Enrique Cueto, vice-presidente da LAN e a recém criada LATAM.
Cada aerolínea manterá seus centros de operações atuais: LAN em Santiago e TAM em São Paulo e continuarão operando com suas atuais marcas da mesma forma como fizeram até agora, enquanto avança a integração de ambas as companhias, explicou Cueto.
Para analistas, este tipo de fusão é habitual no mercado de companhias aéreas e no caso de LAN e TAM, lhes permitirá crescer nos mercados do norte e Europa.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
AIR FRANCE PREVÊ CORTE DE 5.120 EMPREGADOS ATE FINAL DE 2013 SEM DEMISSÕES
O CORTE DE 1,71 MIL POSTOS CORRESPONDE A SAÍDAS DOS APOSENTADOS, ENQUANTO OUTRO DE 3,41 MIL CARGOS SE PRETENDE ESTABELECER UM ACORDO
A Air France, afetada pela concorrência de grandes companhias asiáticas e de baixo custo, pretende atingir um lucro de competitividade de 20% em um contexto de aumento de sua oferta de no máximo 5% nos dois próximos anos, ritmo notavelmente inferior ao anterior à crise. EFE
A direção
divulgou seu plano de reestruturação após uma reunião com o comitê de empresa.
Na ocasião foi detalhado que o corte de 1,71 mil postos corresponde a saídas
dos aposentados, sem substituição, enquanto outro de 3,41 mil cargos se deve a
um excesso de trabalhadores, com os quais se pretende estabelecer um acordo.
Além
disso, para não ser obrigada a realizar demissões, a empresa pretende estimular
aposentadorias antecipadas, demissões voluntárias ou mudança para jornadas de
tempo parcial.
Em
comunicado, a Air France disse que se o plano for aplicado segundo o previsto,
as demissões forçadas poderão ser evitadas em 2014. A companhia aérea ainda
ressaltou que a dinâmica empreendida com as organizações sindicais permitirá
elaborar um balanço, em 28 de junho, sobre a aceitação destas condições.
Sem o
alcance de um acordo, a Air France alertou que as condições em acordos futuros
ocorrerão em um contexto econômico mais limitado e que as demissões voluntárias
não poderão ser evitadas.
O plano
industrial e estratégico divulgado hoje se inclui nos planos de transformação
da empresa até 2015, que foi lançado em janeiro e pretende restaurar a
rentabilidade da companhia aérea e reduzir o endividamento líquido de 2 bilhões
de euros.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Não há data para leiloar aeroportos, diz Bittencourt
Gerenciamento de riscos auxilia na diminuição do roubo de cargas no Brasil
Responsáveis pelo transporte de 60% das cargas do país, as rodovias são frequentemente alvo de quadrilhas de roubos e furtos de mercadorias. Diante desse cenário, os transportadores têm utilizado vários meios para burlar os receptadores de cargas nas estradas. Uma medida que tem surtido bastante efeito é o gerenciamento de risco, que, com medidas preventivas, agrega valor à logística, maximiza a segurança da carga transportada, antecipando medidas de segurança para detectar e prevenir riscos nas operações de transporte de produtos. Cyro Buonavoglia, presidente da Gristec explica que o gerenciamento inicia-se no momento em que se contrata o frete, passa pela seleção do colaborador e só termina com a entrega da carga no destino certo. Atualmente o mercado oferece vários mecanismos de segurança disponíveis para reduzir as ações criminosas, entre eles o monitoramento 24 horas e em tempo real das cargas; o programa de prevenção de ocorrência de acidentes veiculares, qualificação técnica e comportamental dos motoristas, orientação sobre itens relacionados à saúde e o check list veicular; a escolta 24 horas, que visa maximizar a segurança da carga; o apoio logístico que permite a visualização dos veículos, troca de mensagens e envio de comandos que possibilitam a tomada de medidas preventivas ou corretivas a partir da central de monitoramento; análise do perfil e consultas sobre motoristas carreteiros.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Constantino Jr. deixa direção da Gol após reestruturação e cortes
O paulista Paulo Sérgio Kakinoff, 37, atual presidente da Audi,
será o novo presidente da Gol Linhas Aéreas.
Ele assume a companhia aérea em 2 de julho. Constantino de
Oliveira Júnior, controlador e presidente da Gol desde a fundação, em 2001,
ficará no Conselho de Administração, como presidente.
O anúncio estava previsto para amanhã, mas foi antecipado com o
vazamento da informação na tarde desta segunda-feira.
Kakinoff era conselheiro da Gol desde janeiro de 2010. Ele estava
havia quase 20 anos no grupo Volkswagen (controlador da Audi), onde iniciou a
carreira como estagiário.
O empresário teve uma ascensão rápida na montadora, tendo
comandado a diretoria para a América Latina da Volkswagen na matriz alemã, até
assumir o comando da Audi, há dois anos.
Kakinoff e Constantino Júnior, 43, têm em comum o gosto pela
automobilismo. Júnior é piloto de carro de corrida e foi campeão da Copa
Porsche no ano passado.
CORTES
Júnior entrega a presidência-executiva para Kakinoff depois de ter
reduzido custos.
Desde o início do ano, Júnior demitiu cerca de mil funcionários,
como parte de um drástico plano de reestruturação para recuperar a
rentabilidade da companhia, além de ter cortado voos.
No ano passado, a Gol teve prejuízo de R$ 710 milhões, por conta,
principalmente, de custos elevados de combustível e câmbio.
Mas os cortes, que atingiram também a cúpula da companhia, deixaram
o empresário sobrecarregado e sem tempo para se dedicar a questões mais
estratégicas.
Hoje, a empresa tem apenas duas vice-presidências (técnica e
financeira).
A vice-presidência comercial e de pessoal foi eliminada na
reestruturação.segunda-feira, 18 de junho de 2012
Concessionária Aeroporto Internacional de Guarulhos assina contrato com Governo
Obras começam em setembro
A Concessionária Aeroporto Internacional de Guarulhos S/A assinou, hoje, em Brasília, o Contrato de Concessão do Aeroporto de Guarulhos (SP). A medida celebra a primeira rodada de concessão dos aeroportos brasileiros e o projeto do Governo Federal de modernização do sistema aeroportuário.
Entre os investimentos iniciais previstos estão a construção de um novo terminal para 12 milhões de passageiros/ano; um estacionamento com capacidade para 10 mil novas vagas; maior pátio para aeronaves com 36 novas posições; saídas rápidas de pista de pouso e decolagens; 22 novas pontes de embarque; melhorias na sinalização, segurança, iluminação e limpeza, entre outras. Até a Copa do Mundo de 2014 serão feitos grandes investimentos e a previsão é que, até 2022, o aeroporto tenha capacidade de receber cerca de 60 milhões passageiros por ano.
Com a assinatura do Contrato de Concessão, inicia-se a transição da operação da Infraero para a Concessionária . Em dezembro, a Concessionária assume plenamente a operação do Aeroporto.
Quem Somos
O Consórcio Aeroporto Internacional de Guarulhos S/A, que venceu o leilão realizado em fevereiro deste ano, é formado pelo Grupo Invepar, pela operadora sul-africana ACSA e pela Infraero. Para a assinatura do Contrato de Concessão foi formada a Sociedade de Propósito Específico (SPE) que deu origem à Concessionária, tendo o Grupo Invepar e a ACSA com 51% das ações e a Infraero com 49%.
Invepar
A Invepar (Investimentos e Participações em Infraestrutura S/A) foi criada em março de 2000 e é uma das principais empresas nacionais na área de infraestrutura de transporte. Mais de um milhão e meio de usuários trafegam, diariamente, pelas concessões rodoviárias e metroviária do grupo. A prestação de serviços de alta qualidade, a geração de resultados e a responsabilidade socioambiental são marcas do Grupo Invepar.
Atualmente o grupo opera e administra seis importantes concessionárias rodoviárias do País: a Linha Amarela S.A. (LAMSA), a Concessionária Litoral Norte S.A (CLN), a Concessionária Auto Raposo Tavares S.A. (CART), a Concessionária Bahia Norte S.A (CBN), a Concessionária Rio Teresópolis S.A (CRT) e a Concessionária Rota do Atlântico (CRA). Neste ano, o Grupo Invepar iniciou a operação rodoviária no exterior ao adquirir a Vía Parque Rímac, no Peru. O grupo integra também o Consórcio Rio Olímpico que será responsável pela implantação e operação do Corredor Expresso Transolímpica, no Rio de Janeiro. No transporte sobre trilhos, o MetrôRio destaca-se como um dos ativos mais importantes do Grupo Invepar. As empresas do grupo empregam aproximadamente 4.500 trabalhadores.
Airports Company South Africa – ACSA
A Airports Company South Africa – ACSA é responsável pela operação de nove aeroportos da África do Sul. Entre eles, os três principais aeroportos internacionais de O.R. Tambo, em Johanesburgo, Cape Town, na Cidade do Cabo e King Shaka, em Durban, que juntos receberam, em 2010, cerca de 30 milhões de passageiros. Também opera, desde 2006, o aeroporto de Mumbai, na Índia, que recebeu 29 milhões de passageiros em 2010 e foi eleito o terceiro melhor aeroporto do mundo na categoria até 35 milhões de passageiros/ano. Para a Copa do Mundo de 2010 a empresa realizou um grande programa de investimentos em infraestrutura e melhorias operacionais.
Infraero
A Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) é uma empresa pública federal brasileira de administração indireta, vinculada à Secretaria de Aviação Civil. Ela é a responsável pela administração e operação de 63 aeroportos domésticos e internacionais no Brasil e tem 39 anos de existência.
Consultorias
Para a elaboração dos planos Estratégico de Negócios e de Transição Operacional, a Concessionária conta com mais de 100 profissionais trabalhando, além do apoio de diversas consultorias especializadas, entre elas: Airport Consulting Vienna, Aircon, McKinsey&Company, Accenture ,Typsa Enge Corps, TGL Núcleo de Estudos, Deloitte, BNP Paribas, Ulhôa Canto e Cascione, Pulino, Boulos & Santos e Mijksenaar.
Obras para a Copa
Até a Copa de 2014, a Concessionária terá seu período de investimentos mais intenso, com cerca de 30% do total. Serão construídos o Terminal 3, que terá capacidade para 12 milhões de passageiros/ano; um novo estacionamento com 10 mil vagas; um novo pátio com 36 posições para aeronaves; 22 novas pontes de embarque; saídas rápidas de pista de pouso e decolagens; além de, no curto prazo, melhorias na sinalização, na segurança, na iluminação, nos banheiros e na circulação de pessoas.
Período de Transição
Com a assinatura do Contrato de Concessão, tem início o processo de transição que vai até dezembro deste ano.[6]
Nos primeiros 30 dias, o Plano de Transferência Operacional (PTO) será examinado pela ANAC. Em seguida, começa a operação assistida. Por mais 90 dias a Infraero será responsável pela operação do aeroporto, assistida pela Concessionária, que acompanhará toda a rotina operacional, de modo a permitir uma transição organizada e segura da gestão, que ocorrerá em setembro. De setembro a dezembro a Concessionária assume a operação, mas com a Infraero assistindo os processos. A partir de dezembro, caso não haja nenhuma prorrogação, a operação fica integralmente a cargo da Concessionária Aeroporto Internacional de Guarulhos S/A.
Entre os investimentos iniciais previstos estão a construção de um novo terminal para 12 milhões de passageiros/ano; um estacionamento com capacidade para 10 mil novas vagas; maior pátio para aeronaves com 36 novas posições; saídas rápidas de pista de pouso e decolagens; 22 novas pontes de embarque; melhorias na sinalização, segurança, iluminação e limpeza, entre outras. Até a Copa do Mundo de 2014 serão feitos grandes investimentos e a previsão é que, até 2022, o aeroporto tenha capacidade de receber cerca de 60 milhões passageiros por ano.
Com a assinatura do Contrato de Concessão, inicia-se a transição da operação da Infraero para a Concessionária . Em dezembro, a Concessionária assume plenamente a operação do Aeroporto.
Quem Somos
O Consórcio Aeroporto Internacional de Guarulhos S/A, que venceu o leilão realizado em fevereiro deste ano, é formado pelo Grupo Invepar, pela operadora sul-africana ACSA e pela Infraero. Para a assinatura do Contrato de Concessão foi formada a Sociedade de Propósito Específico (SPE) que deu origem à Concessionária, tendo o Grupo Invepar e a ACSA com 51% das ações e a Infraero com 49%.
Invepar
A Invepar (Investimentos e Participações em Infraestrutura S/A) foi criada em março de 2000 e é uma das principais empresas nacionais na área de infraestrutura de transporte. Mais de um milhão e meio de usuários trafegam, diariamente, pelas concessões rodoviárias e metroviária do grupo. A prestação de serviços de alta qualidade, a geração de resultados e a responsabilidade socioambiental são marcas do Grupo Invepar.
Atualmente o grupo opera e administra seis importantes concessionárias rodoviárias do País: a Linha Amarela S.A. (LAMSA), a Concessionária Litoral Norte S.A (CLN), a Concessionária Auto Raposo Tavares S.A. (CART), a Concessionária Bahia Norte S.A (CBN), a Concessionária Rio Teresópolis S.A (CRT) e a Concessionária Rota do Atlântico (CRA). Neste ano, o Grupo Invepar iniciou a operação rodoviária no exterior ao adquirir a Vía Parque Rímac, no Peru. O grupo integra também o Consórcio Rio Olímpico que será responsável pela implantação e operação do Corredor Expresso Transolímpica, no Rio de Janeiro. No transporte sobre trilhos, o MetrôRio destaca-se como um dos ativos mais importantes do Grupo Invepar. As empresas do grupo empregam aproximadamente 4.500 trabalhadores.
Airports Company South Africa – ACSA
A Airports Company South Africa – ACSA é responsável pela operação de nove aeroportos da África do Sul. Entre eles, os três principais aeroportos internacionais de O.R. Tambo, em Johanesburgo, Cape Town, na Cidade do Cabo e King Shaka, em Durban, que juntos receberam, em 2010, cerca de 30 milhões de passageiros. Também opera, desde 2006, o aeroporto de Mumbai, na Índia, que recebeu 29 milhões de passageiros em 2010 e foi eleito o terceiro melhor aeroporto do mundo na categoria até 35 milhões de passageiros/ano. Para a Copa do Mundo de 2010 a empresa realizou um grande programa de investimentos em infraestrutura e melhorias operacionais.
Infraero
A Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) é uma empresa pública federal brasileira de administração indireta, vinculada à Secretaria de Aviação Civil. Ela é a responsável pela administração e operação de 63 aeroportos domésticos e internacionais no Brasil e tem 39 anos de existência.
Consultorias
Para a elaboração dos planos Estratégico de Negócios e de Transição Operacional, a Concessionária conta com mais de 100 profissionais trabalhando, além do apoio de diversas consultorias especializadas, entre elas: Airport Consulting Vienna, Aircon, McKinsey&Company, Accenture ,Typsa Enge Corps, TGL Núcleo de Estudos, Deloitte, BNP Paribas, Ulhôa Canto e Cascione, Pulino, Boulos & Santos e Mijksenaar.
Obras para a Copa
Até a Copa de 2014, a Concessionária terá seu período de investimentos mais intenso, com cerca de 30% do total. Serão construídos o Terminal 3, que terá capacidade para 12 milhões de passageiros/ano; um novo estacionamento com 10 mil vagas; um novo pátio com 36 posições para aeronaves; 22 novas pontes de embarque; saídas rápidas de pista de pouso e decolagens; além de, no curto prazo, melhorias na sinalização, na segurança, na iluminação, nos banheiros e na circulação de pessoas.
Período de Transição
Com a assinatura do Contrato de Concessão, tem início o processo de transição que vai até dezembro deste ano.[6]
Nos primeiros 30 dias, o Plano de Transferência Operacional (PTO) será examinado pela ANAC. Em seguida, começa a operação assistida. Por mais 90 dias a Infraero será responsável pela operação do aeroporto, assistida pela Concessionária, que acompanhará toda a rotina operacional, de modo a permitir uma transição organizada e segura da gestão, que ocorrerá em setembro. De setembro a dezembro a Concessionária assume a operação, mas com a Infraero assistindo os processos. A partir de dezembro, caso não haja nenhuma prorrogação, a operação fica integralmente a cargo da Concessionária Aeroporto Internacional de Guarulhos S/A.
Avianca entra na Star Alliance e sinaliza saída da Latam
A Avianca-Taca anuncia na
próxima semana sua entrada na maior aliança de companhias aéreas do mundo, a
Star Alliance. A adesão da empresa colombiana inviabiliza a permanência
na aliança da Latam, a holding formada pela fusão da TAM com a chilena LAN. Uma
das condições para a aprovação do negócio pela autoridade chilena é que a Latam
participe de apenas uma aliança, e que não seja a mesma em que está a
Avianca-Taca. A TAM é membro da Star Alliance, mas a LAN pertence a outra
aliança, a Oneworld.
"Em nenhum caso (a Latam) poderá
pertencer à aliança na qual o grupo Avianca-Taca seja membro associado",
diz a decisão do Tribunal de Defesa da Livre Concorrência do Chile (TDLC), de
setembro de 2011.A Latam ainda não informou oficialmente sua escolha. O TDLC impôs um prazo de dois anos para que o grupo definisse a aliança, mas a família Cueto, controladora da LAN, queria antecipar essa decisão.
Em viagem ao Rio em novembro de 2011 para participar de um encontro de executivos do setor, o presidente da LAN, Ignacio Cueto, disse que a intenção era escolher uma aliança até o fim de junho deste ano.
A Star Alliance tem 25 membros - entre eles, Lufthansa, TAP e United Airlines -, ante 12 da Oneworld, grupo que inclui Iberia, British Airways e American Airlines. Apesar de a Star Alliance ter mais associados, a expectativa no setor aéreo era mesmo de que a aliança da LAN, que detém participação majoritária na holding, prevaleceria.
Segundo especialistas, era esperado que a estratégia da Latam para voos internacionais seguisse os ditames dos chilenos da LAN. A companhia concentra seus negócios no segmento e tem subsidiárias na Argentina, Colômbia, Equador e Peru. "A estratégia da Latam em nível internacional é a estratégia da LAN, que já está em curso. Não muda nada se a LAN não puder ir para a Star Alliance", disse o professor da UFRJ Elton Fernandes, especialista no setor aéreo. Procurada, a TAM não comentou a questão por estar em período de silêncio.
A entrada da Avianca na Star Alliance é aguardada desde novembro de 2010, quando o anúncio da adesão da companhia à aliança foi feito. No mercado, comenta-se que o processo se arrastou porque a Star Alliance aguardava a decisão da Latam.
A Avianca-Taca é controlada pelo grupo brasileiro Sinergy, dos irmãos German e José Efromovich. Eles também são donos da Avianca Brasil, a antiga OceanAir, mas a empresa funciona separadamente da Avianca-Taca. A adesão à Star Alliance, ao menos por enquanto, não contempla as operações do Brasil. A companhia aérea fará uma coletiva de imprensa no próximo dia 21, em Bogotá, para anunciar a entrada na aliança. No mesmo dia, a panamenha Copa também oficializará sua adesão à Star Alliance.
A entrada na aliança abrirá novas oportunidades para a Avianca-Taca, segundo o consultor em aviação Nelson Riet. "As companhias aéreas favorecem a venda de passagens de empresas parceiras em trechos que elas não oferecem", disse.
A saída da TAM da Star Alliance pode gerar descontentamento nos passageiros acostumados a trocar milhas por passagens em companhias estrangeiras associadas à aliança, alertam especialistas. Para minimizar essa possibilidade, a empresa precisará negociar um período de transição que não cause muitos transtornos para os clientes com milhas acumuladas. "Um cliente TAM que tem esse tipo de milha e gosta de usar essas companhias vai ter de se acostumar a outra realidade", diz o advogado Guilherme Amaral, especialista em direito aeroviário e sócio do escritório Aidar SBZ Advogados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Balanças erram peso de malas em check-in de Cumbica e Congonhas
Quase 40% de balanças irregulares em Congonhas e 15% em Cumbica.
Esse foi o resultado de uma operação surpresa feita pelo Ipem (Instituto de
Pesos e Medidas do Estado de SP) na última quarta. Ao todo, foram aferidas 237
balanças localizadas nos balcões de check-in. Destas, 44 apresentaram
irregularidades, com valores para mais ou para menos, como adiantou ontem o
"TV Folha".
A informação é da reportagem de Rafael
Mosna publicada na edição
desta segunda-feira da Folha.
A reportagem completa está disponível a assinantes do jornal
e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
Além da implicação econômica ao passageiro, que pode pagar por
excesso de bagagem, a situação pode ser mais grave. Nenhum avião deve voar com
peso acima do estipulado no manual de operação. Notificadas, as empresas têm
dez dias para responder e podem pagar multa de R$ 100 a R$ 1,5 milhão, dobrando
em caso de reincidência.
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