segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Gristec revela os dez mandamentos da prevenção ao roubo de cargas

Segundo a entidade, gerenciamento é a alternativa mais eficaz, mas requer cuidado no momento de contratar o serviço
26/12/2011
8h01
Victor José, repórter do Portal Transporta Brasil
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De acordo com a Fenabrave (Federação Nacional de Veículos Automotores), o mercado de caminhões novos obteve acréscimo de mais de 15% no acumulado de janeiro a setembro de 2011, em comparação com o mesmo período do ano anterior, atingindo 129.742 unidades emplacadas. Com isso, cresce também a demanda por transporte rodoviário de carga, além das precauções para evitar prejuízos e avarias.
Para acompanhar esta realidade, os transportadores vêm estudando uma série de possibilidades para tornar mais segura a atividade de transporte de cargas, sendo que o gerenciamento de risco é a alternativa mais eficaz.
Segundo Cyro Buonavoglia, presidente da Gristec (Associação Brasileira das Empresas e Gerenciamento de Riscos e de Tecnologia de rastreamento e Monitoramento), o gerenciamento começa no momento em que se contrata o frete, passa pela seleção do colaborador e só termina com a entrega da carga no destino certo.
Atualmente, este mercado oferece vários mecanismos de segurança disponíveis para reduzir as ações criminosas, como: monitoramento 24 horas e em tempo real das cargas, programa de prevenção de ocorrência de acidentes veiculares, escolta 24 horas e análise do perfil e consultas sobre motoristas carreteiros.
Buonavoglia também pontou alguns detalhes que podem ajudar no combate ao roubo de cargas e na segurança do transportador. Confira abaixo:
  • Contratar uma gerenciadora de riscos experimentada, para elaboração de um plano de prevenção;
  • Conhecer o perfil do profissional a ser contratado;
  • Conhecer o histórico do veículo a ser contratado relacionado a eventos de roubo;
  • Instalar tecnologia de rastreamento, acompanhada por uma central de monitoramento;
  • Abastecer o veículo antes do carregamento;
  • Selecionar as rotas previamente e evitar viagens noturnas;
  • Parar em postos de serviços com infraestrutura de segurança;
  • Não aceitar fretes sem o conhecimento do perfil de risco da mercadoria a ser transportada;
  • Não aceitar fretes para destinos desconhecidos sem um estudo prévio de risco;
  • Não traçar comentários com pessoas, sejam elas conhecidas ou desconhecidas sobre as características da carga que está transportando.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Aeroviários iniciam paralisação em aeroportos de RJ, DF, MG, BA e CE












 
 

 
Em assembleias realizadas na tarde desta quinta-feira (22), os aeronautas (funcionários que trabalham em voo) aceitaram a proposta das empresas aéreas e decidiram desistir da greve anunciada para começar ontem, às 23h. Os aeroviários (que trabalham em terra), no entanto, decidiram parar. Segundo o Sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA), que rejeitou acordo de reajuste salarial com as companhias aéreas, as paralisações parciais começaram no início da noite de ontem nos aeroportos do Galeão (RJ), Brasília, Salvador, Confins (MG) e Fortaleza.



Na manhã desta sexta-feira (23), a Infraero informou que dos 589 voos nacionais previstos para o horário, 81 estavam atrasados (13,7%) e 20 foram cancelados (3,4%) em todo o país.



No aeroporto de Congonhas, em São Paulo, onde parte dos aeroviários paralisaram nesta quinta, uma assembleia na segunda-feira (26) decidirá se haverá greve ou não. A assembleia seria realizada nesta quinta-feira, mas foi adiada após reunião no Tribunal Regional do Trabalho. De acordo com o presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Transporte Aéreo (Fntta), Uébio José da Silva, ficou decidido que o sindicato deverá informar o início da greve com 72h de antecedência, inviabilizando a greve antes da segunda-feira.



No aeroporto de Guarulhos (Grande SP) não haverá greve, mas a paralisação em outros terminais pode gerar reflexos e causar atrasos e cancelamentos.



A presidente do Sindicato Nacional dos Aeroviários, Selma Balbino, informou que a paralisação começou a despeito da decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) de multar o sindicato em R$ 100 mil por dia se não houver um mínimo de 80% de funcionários trabalhando. “Nossa greve já começou no Rio, em Brasília, em Belo Horizonte e Fortaleza. O TST é muito rápido e tem mão pesada para punir o trabalhador. Mas nossa dignidade não custa R$ 100 mil por dia”, disse Balbino durante manifestação no Galeão.



A ameaça de multa se refere ao descumprimento da ordem judicial de manter 80% dos funcionários trabalhando nos dias 23 e 24 e 29, 30 e 31 de dezembro. Ela disse que a continuidade da paralisação vai ser definida pelos trabalhadores. “Por isso nós antecipamos a greve”, afirmou. A paralisação estava marcada para começar as 23h de hoje.



Negociações
Aeronautas e aeroviários anunciaram a greve no início de dezembro, após não chegarem a um acordo com as empresas aéreas. Inicialmente, os trabalhadores reivindicavam 13% de aumento, e as empresas ofereciam 3%. Os sindicatos pediam ainda aumento de 10% no auxílio-alimentação e nas cestas básicas e reajuste do piso das categorias de R$ 1.000 para R$ 1.100.



Após reunião de conciliação no TST, as companhias subiram a proposta para 6,17% --valor equivalente à inflação do último ano, medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor)-- e aceitaram as outras exigências. Os trabalhadores rebaixaram para 8% o pedido de reajuste, conforme orientação da juíza do TST que mediou a reunião. Como não houve acordo, a greve foi mantida.



Na quarta, as empresas aéreas subiram a proposta para 6,5% de reajuste. Para o secretário-geral do SNA, Sérgio Dias, o avanço na reposição salarial foi pequeno, com margem de apenas 0,33% acima da inflação, mas o sindicalista avalia que houve melhoria importante no aumento de 10% do piso salarial das categorias.



Segundo ele, o acordo beneficia principalmente os funcionários de empresas menores, que têm menos força de reivindicação. “Foi o possível, a expectativa era maior. Poderia ter sido melhor, com um pouco mais de mobilização e sensibilidade dos patrões. Houve crescimento no setor e os trabalhadores contribuíram bastante para isso”, disse Dias.



Paralisação em Congonhas
Em Congonhas, um grupo de aeroviários, em sua maioria da TAM, decidiu fazer uma paralisação ontem, o que provocou alto índice de atrasos nos voos. Segundo a companhia área, parte dos funcionários do setor de rampa, responsáveis pelo manuseio de cargas e bagagens e pelos equipamentos de solo que atendem as aeronaves, cruzaram os braços.



Trabalhadores e empresas participaram de audiência nesta tarde no Tribunal Regional do Trabalho da capital. A reunião acabou sem acordo. Segundo informou o presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Transporte Aéreo, Uébio José da Silva, as empresas não aceitaram conceder o reajuste de 7% proposto pelo tribunal, mantendo a proposta de 6,5%.



Procon autua empresa
Durante fiscalização realizada no aeroporto de Congonhas nesta quinta, equipes da Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, autuaram a TAM e a Gol por irregularidades na comunicação e atendimento aos clientes.



As empresas responderão a processos administrativos e têm 15 dias para apresentar defesa. As multas variam entre R$ 400 e R$ 6 milhões.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Sem acordo com empresas, aeroviários mantêm ameaça de greve

19/12/2011 - 18h11



DA REUTERS, EM BRASÍLIA
DE SÃO PAULO
A reunião de conciliação do TST (Tribunal Superior do Trabalho) desta segunda-feira com representantes das empresas aéreas e funcionários terminou sem acordo.
Assim, os aeroviários e aeronautas mantêm a ameaça de iniciar uma greve a partir das 23h de 22 de dezembro, informou a assessoria de imprensa do TST.
Juca Varella/Folhapress
Aeroviários durante protesto no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, na semana passada
Aeroviários durante protesto no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, na semana passada
Os sindicatos se comprometeram a manter 20% da categoria trabalhando durante a greve, segundo o twitter oficial do TST. Ainda segundo o tribunal, os funcionários das aéreas reivindicam reajuste de 10%.
A ministra do TST Dora Maria da Costa foi eleita relatora do dissídio dos aeroviários e aeronautas.
Os trabalhadores pedem reajustes de até 14%, mas as empresas oferecem apenas 3%. O impasse se arrasta a semanas e rachou o movimento sindical. Os sindicatos ligados à CUT e aqueles ligados à Força Sindical não sentam na mesma mesa para negociar com o Snea, o sindicato das empresas aéreas.
A CUT se dizia mais propensa a entrar em greve, enquanto os sindicatos ligados à Força Sindical apelaram ao Ministério Público do Trabalho com um pedido de conciliação.
Com a entrada do processo no TST, a Justiça é quem vai decidir os valor do reajuste salarial das categorias. Como não houve consenso no tribunal, a decisão deve ir a julgamento.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Capacidade de tráfego aéreo durante a Copa deve dobrar

18/12/2011 - 10h35


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MARIANA BARBOSA
DE SÃO PAULO
Dentre as medidas que estão sendo adotadas para aumentar a capacidade do espaço aéreo até a Copa está a redução da distância entre as aeronaves no pouso.
Hoje o Brasil trabalha com 5 milhas náuticas de distância. A ideia é reduzir para 3 milhas náuticas, que é a distância mínima padrão.
"Vamos treinar os controladores para isso. Mas, se o procedimento será usado, vai depender da capacidade dos aeroportos e também do treinamento de pilotos, que precisarão desocupar a pista rapidamente", afirma Ary Rodrigues Bertolino, chefe da divisão de operações do CGNA (Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea), do Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo).
O plano é dobrar a capacidade do tráfego aéreo brasileiro até 2014. Recentemente, o Decea anunciou um ganho de 47%, com mudanças no sistema de distribuição de voos entre controladores.
O Decea também está investindo no desenvolvimento de um software para gerenciar planos de voo, que terão de ser enviados com mais antecedência. "Temos de ter previsibilidade para que, mesmo em situações atípicas, a gente tenha tempo de resposta para atender a demanda", diz Bertolino.
O plano de ação para a Copa prevê ainda o fechamento do espaço aéreo em cima dos estádios por cinco horas (duas antes do jogo e uma depois), por segurança.
Dependendo da extensão, a zona de exclusão pode afetar o espaço aéreo de aeroportos como Guarulhos e Galeão, por exemplo, devido à proximidade dos estádios.
"A intenção é não fechar nenhum aeroporto, mas talvez seja necessário adotar alguma mudança de procedimento", explica Bertolino.
Ainda que a aviação geral seja direcionada para aeroportos secundários, jatos estrangeiros precisarão pousar em aeroportos internacionais para fazer a imigração.
Para não lotar os pátios, será adotado o "stop and go" (pare e siga). O passageiro desembarca, mas o piloto terá de partir rapidamente.
O "stop and go" foi adotado na África do Sul, mas não foi respeitado. Os pátios ficaram lotados, atrapalhando a aviação comercial.
"A única forma de fazer cumprir a regra é adotar uma taxa salgada de permanência e fazer a cobrança na hora", sugere o professor de transporte aéreo da Poli/USP, Jorge Leal.

editoria de Arte/folhapress

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Azul planos de expansão mais rápida, espera capturar fatia de 15% do mercado brasileiro até final de 2012


Cuiabá / Várzea Grande, 14/12/2011 - 13:41.

Da Assessoria
A Azul Linhas Aéreas está planejando uma expansão mais rápida em 2012 apesar da desaceleração prevista para a curva de crescimento do mercado global brasileiro. A transportadora low-cost, que até agora lançou 14 novos destinos ao adicionar 17 aeronaves, vê muitas oportunidades para estimular a demanda em rotas domésticas onde há serviço relativamente limitado. A Azul agora é a terceira maior transportadora doméstica depois de Gol Linhas Aéreas Inteligentes (agora proprietária da Webjet) e TAM Linhas Aéreas, representando 8,4% do RPKs domésticos através dos três primeiros trimestres de 2011, segundo dados da ANAC . O presidente David Neeleman disse que este mês se espera que a transportadora irá capturar 15% do mercado até o final de 2012. Acrescenta que a capacidade da Azul em 2012 vai aumentar 20% a 25%, dando-lhe uma frota de pelo menos 65 aeronaves (19 ATR 72-600s e 46 E190/E195s) até o final do próximo ano.
10 novos destinos em 2012
Sr. Neeleman diz que a operadora planeja acrescentar em 2012 cerca de 10 destinos, que são cidades secundárias de pouco ou nenhum serviço e com tarifas elevadas, apesar de terem população entre 500.000 e um milhão de pessoas. Gol e TAM não têm a aeronave para penetrar nos mercados menores, porque o menor avião da Gol é o B737-700, enquanto o menor avião da TAM é o A319. "Sempre que você tem um duopólio e o duopólio só tem aviões grandes, há uma série de coisas que não podem ser feitas", diz o Sr. Neeleman.
Em outros países, cidades com população de 500.000 a um milhão de pessoas normalmente têm serviço significativo. No Brasil, o país é tão grande e há tantas cidades secundárias, muitos aeroportos têm sido relativamente negligenciados, como os portadores principais se concentraram principalmente em rotas-tronco.
Sr. Neeleman, que foi o CEO fundador da JetBlue antes de lançar a Azul, diz que decidiu lançar uma LCC no Brasil porque ficou claro que o mercado Brasileiro há pouco exploração deste mercado. Com base no tamanho do Brasil e seu PIB, concluiu que o mercado de aviação brasileiro poderia facilmente triplicar de tamanho, de 50 a 150 milhões de passageiros anualmente. Enquanto o mercado brasileiro já cresceu cerca de 50% desde meados de 2009, há claramente uma oportunidade de crescer por mais 70 milhões de passageiros por ano.
A Azul vai começar a encontrar concorrência na maior parte de suas rotas, mas diz que a maioria de sobreposição será com rápido crescimento TRIP em vez da Gol e TAM.
Crescimento mais rápido esperado em Campinas
A Azul vai continuar a expandir a sua base em Campinas-Virocopos, mas também irá adicionar capacidade no próximo ano em outras cidades, incluindo Belo Horizonte . Campinas, que é localizado a cerca de 100 km de São Paulo, é visto por muitos como um aeroporto alternativo para a maior cidade do Brasil.
A demanda em Campinas continua aumentando, tendo circulado 5 milhões de passageiros em 2010 e está projetado para quase dobrar sua taxa de transferência até 2014. Ao contrário de Congonhas e Guarulhos, Campinas-Viracopos ainda não é considerado congestionado, mas está correndo este risco. As autoridades já trabalham para melhorar a utilização da pista do aeroporto. Existem atualmente cerca de 120 partidas por dia em Campinas, que também é uma base para a TRIP e tem operações menores de Gol e TAM. Campinas é também o aeroporto de carga principal para a área de São Paulo e começou a atrair alguns transportadores de passageiros internacionais, incluindo a Portuguesa TAP e a uruguaia Pluna - ambos lançaram serviços para o aeroporto no ano passado.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Movimento de passageiros em Viracopos cresce 1.025% em 7 anos


Aeroporto deve fechar 2011 com registro de 7,6 milhões de passageiros, segundo Infraero

14/12/2011 - 08:44
EPTV.com - Isabela Leite
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O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, deve fechar 2011 com movimento de 7,6 milhões de passageiros de voos domésticos e internacionais, segundo a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária). O número é 28,5% maior em relação ao ano passado, quando 5,43 milhões de pessoas passaram pelos terminais de embarque e desembarque. No período de sete anos, o crescimento no movimento no aeroporto de Campinas foi de 1.025%.
Até esta quarta-feira (14), a Infraero não havia fechado o balanço de embarques e desembarques até novembro. A empresa ainda contabiliza os dados enviados pelas companhias aéreas. Os números mais atualizados são de movimento entre janeiro e outubro, quando 6,198 milhões de passageiros passaram por Viracopos, número 42% maior em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo a assessoria de imprensa da Infraero, caso o movimento siga a tendência do ano, o balanço de 2011 deve atingir a marca de  7,6 milhões de embarques e desembarques.
A projeção para os próximos 15 anos é ainda maior. Segundo a  Secretaria de Aviação Civil (SAC), Viracopos deve se tornar o mais movimentado do Brasil. Até 2021, o movimento deve ser de 35 milhões de passageiros. Nos anos seguintes, de acordo com a projeção, o movimento dispara até chegar em 55 milhões de passageiros em 2025 e superar o registrado em Guarulhos, também em São Paulo, atualmente, o principal do país.
Mas, antes mesmo de bater novos recordes, passageiros que frequentam Viracopos reclamam da sensação de vulnerabilidade de risco.  O número ocorrências de furtos e roubos registrados no primeiro semestre deste ano chega a 440. Em um dos casos, que ocorreu no sábado (10), três homens armados invadiram uma casa de câmbio no saguão de embarque, a Polícia Militar chegou após os bandidos armados fugirem a pé. Segundo o major da PM Marci Elber, cabe à Infraero a responsabilidade da segurança do local já que é uma área federal. “Nós não temos competência legal para manter policiamento fixo, nossa parte cabe à parte externa do aeroporto, eventualmente com patrulhamento”, afirma.
No entanto, a Infraero informou que mantém 400 seguranças particulares espalhados pelo interior e exterior do aeroporto. O contrato são para a segurança patrimonial, por isso eles não utilizam armas. Em nota, a assessoria de imprensa também alega que a segurança cabe a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP) por meio das polícias militar, civil e federal e que os agentes de segurança particular não têm preparo, nem autorização para agir em casos de assaltos a mão armada.
Apesar da afirmação da empresa, a SSP não confirma e disse apenas que abriu uma investigação e está empenhada em resolver o problema.
Balanço do movimento de Viracopos nos últimos anos:
2004 - 675.796
2005 - 752.176
2006 - 774.582
2007 - 953.430
2008 - 1.026.425
2009 - 3.364.300
2010 - 5.428.986

Falta de HDs ameaça a produção de eletrônicos e computadores no PIM


Enchente afeta a produção de discos rígidos na Tailândia e prejudica fábricas de receptores de TV digital, computadores e video games, entre outros produtos em Manaus.
Manaus - A produção dos receptores de satélite e de computadores portáteis fabricados no Polo Industrial de Manaus corre o risco de parar a partir de 2012. A ameaça se dá por causa da importação de disco rígido que ficou comprometida após a enchente ocorrida em outubro deste ano na Tailândia, país que concentra grandes fabricantes desse componente. O alerta foi dado pelo presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), Wilson Périco.
“Estamos com dificuldade em confirmar novos embarques, hoje estamos trabalhando com os pedidos que estavam em trânsito”, afirma Périco, que também é diretor da Technicolor, empresa fabricante de receptores de satélite. De acordo com o dirigente, as maiores dificuldades serão sentidas no início do próximo ano. “O risco não é diminuir a quantidade de fornecimento, mas ficar sem receber, é faltar. Estamos buscando alternativas, mas até agora não encontramos uma solução em curto prazo”, disse.
Périco confirmou que o ‘efeito dominó’ no mercado consumidor mundial de disco rígido está preocupando as indústrias locais. “Estamos sentindo, sim, esse efeito, infelizmente, o problema é mais sério do que esperávamos, isso está preocupando as indústrias que consomem o HD”, comentou. O presidente do Cieam ressaltou que o problema está afetando não apenas os produtores de computadores, mas fabricantes de receptores de sinal de satélite, que também levam disco rígido na composição.
“De fato os fabricantes de receptores de sinal de satélite que usam disco rígido já estão sofrendo por falta de componentes”, confirma o presidente do Sindicato da Indústria de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Estado do Amazonas (Sinaees/AM), Celso Piacentini.
Na indústria de Manaus, o reflexo da catástrofe no país asiático é maior principalmente entre as empresas fabricantes dos receptores de sinal de satélite e de TV, segundo o dirigente. “Aqui a produção de computador é pequena comparada a do Sul do País, lá eles devem estar sentindo mais”, disse.
Salvando a produção
Ao perceber a gravidade do problema, a Masa da Amazônia, do grupo norte-americano Flextronics, foi forçada a modificar o sistema de importação da empresa. “Antes trazíamos a maioria da Tailândia e um pouco da China, hoje toda a importação de HD está vindo de Dou men, na China, essa era a nossa segunda fonte alternativa, não temos previsão quando irá normalizar”, contou o presidente da empresa, Ocimar Melloni.
Na planta de Manaus, a Flextronics produz entre outros produtos, o video game Xbox 360, da Microsoft.
Com o ‘plano B’, a empresa está livre do problema de fornecimento. “Graças a Deus aqui a produção de eletrônicos está normal por enquanto, nos livramos dessa crise”, disse Melloni. Mas a situação não é a mesma para outras empresas, segundo o executivo. “As empresas estão tendo muita dificuldade para trazer o HD. Estão buscando fontes alternativas, mas o mercado não está preparado”, afirmou.
A reportagem do Portal D24AM tentou ouvir a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), mas a entidade não comentou o assunto.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Aeroviários e aeronautas anunciam greve no dia 22 em todo o País


Impasse nas negociações entre trabalhadores e empresas aéreas pode parar aeroportos na próxima semana.


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Da Redação


Porto Alegre
  - Aeronautas e aeroviários aprovaram um indicativo de greve para o dia 22 de dezembro, em assembleias realizadas pelos sindicatos cutistas das categorias. Os trabalhadores defendem 10% de aumento salarial e 14% de aumento sobre os pisos. A proposta inicial era maior (13% e 20%, respectivamente), mas as categorias reduziram os índices para demonstrar boa vontade nas negociações. As empresas, por outro lado, não aceitam melhorar sua proposta, que prevê 3% de reajuste sobre os salários e aumento igual ao INPC sobre os pisos (equivalente a cerca de 6%).Diante do impasse, não havendo avanços nas negociações, os sindicatos e a Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac/CUT) mobilizam os trabalhadores para dar início a greve no próximo dia 22. "Não podemos aceitar um reajuste menor do que a inflação, porque isso significaria que os trabalhadores ganhariam menos em 2012 do que recebem hoje. Também não abrimos mão do aumento real dos salários.
As empresas aumentaram as passagens em cerca de 56% nos últimos meses e o que estamos reivindicando é menos do que 3% desse aumento nas tarifas. Portanto, é justo e viável para as companhias", diz Celso Klafke, presidente da Fentac/CUT e do Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre. Caso as negociações avancem antes do dia 22, as categorias realizarão novas assembleias para avaliar a proposta.

Terminal inicia testes para movimentar 5 mil contêineres por mês


Operação da Brado Logística fará da cidade ponto de passagem para produção de SP e MG

12/12/2011 - 22:30
EPTV.com - Felipe Turioni
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O início dos testes operacionais nesta terça-feira (13) de um terminal de cargas que concilia rodovias e ferrovias em Araraquara também prepara a cidade para ser um ponto estratégico para o escoamento mensal de até 5 mil contêineres carregados com parte da produção agroindustrial de algumas das principais regiões de São Paulo e Minas Gerais.
A capacidade de transporte é uma das poucas informações que a Brado Logística – que resulta da fusão das empresas América Latina Logística (ALL) e Standard Logística – confirma sobre o Terminal Intermodal Rodoferroviário de Araraquara. O número, que excede em 3 mil contêineres/mês o volume anunciado no site da empresa, é um dos indícios dos reflexos para a economia local.
A partir do dia 26 de janeiro de 2012, quando as operações efetivamente começarem, cerca de 50 pessoas estarão contratadas pela empresa para fazer o terminal de 242 mil metros quadrados funcionar. Até julho, serão 200 empregados.
O “porto seco” também deve movimentar cifras muito superiores aos R$ 10 milhões investidos na sua construção, que dispõe de estrutura para armazenagem de produtos frigoríficos e secos. Porém, esse é um número que a Brado cuidará para manter em sigilo para evitar especulações no mercado de ações envolvendo seus acionistas, sócios e investidores.
Prova de que o negócio movimentará robustas quantias de dinheiro é o interesse que ele despertou nas vizinhas Araraquara e Américo Brasiliense. A construção na fronteira dos municípios provocou uma disputa entre as prefeituras para ficar com o registro oficial da empresa – e com os impostos também.
A escolha por Araraquara para a instalação do terminal deve-se à concentração de plantações de cana-de-açúcar e laranja na região: a Brado almeja ter como clientes empresa do setor sucroalcooleiro da região.
Além de cargas de açúcar e cítricos, serão transportados carne e papel, atendendo pólos produtores de São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Barretos e do sul de Minas Gerais.
Os produtos, destinados principalmente à exportação, serão escoados até o porto de Santos.
O teste desta terça-feira é também uma apresentação que a empresa fará a seus potenciais clientes para tentar convencê-los das vantagens do transporte integrado e planejado no escoamento de mercadorias.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Aérea de Abu Dhabi compra 12 aviões da Boeing por US$ 2,8 bi


12 de dezembro de 2011 • 08h28 •  atualizado 08h50

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Eithad Airways já fez pedidos para 41 aviões 787Eithad Airways já fez pedidos para 41 aviões 787
Foto: Divulgação


A companhia aérea nacional dos Emirados Árabes Unidos, a Etihad Airways, anunciou nesta segunda-feira a compra de dez aviões Boeing 787-9 Dreamliner. Com a aquisição, a empresa se torna a principal cliente da Boeing para essa versão do jato. A Eithad também comprou dois aviões de carga Boeing 777. A negociação foi de US$ 2,8 bilhões.A empresa já fez pedidos para 41 aviões 787, com a opção de encomendar outros 25. A Boeing considera o avião mais confortável para os passageiros e 20% mais eficiente que aeronaves do mesmo porte. O avião é feito de materiais ultra leves e, inicialmente, vem em dois modelos, o 787-8 e o 787-9. A empresa japonesa Nippon Airways operou o primeiro voo comercial do 787 no final de outubro. O início das operações do 787 foi atrasado por anos devido a uma série de problemas na fabricação. Segundo o CEO da Etihad, James Hogan, o pedido reflete a confiança da empresa na capacidade do 787 de gerar impacto positivo tanto na eficiência operacional como na experiência dos passageiros. A espera receber seu primeiro 787 no final de 2014 e o último em 2019.