sexta-feira, 30 de setembro de 2011

TNT acquires Speedage to build leading position in domestic express market India

This acquisition is a key component of TNT's Focus on Networks strategy as announced in December 2005. Acquiring Speedage is in line with TNT’s strategic objective to become the leading provider of express deliveries in the emerging markets in Asia, specifically India. Combining Speedage’s strong domestic road network with TNT’s international and domestic networks will form a powerful platform for further expansion in the fast growing Indian express market.



Mr. Peter Bakker, Chief Executive Officer of TNT N.V. said: “We are pleased to announce another excellent step in the implementation of our Focus on Networks strategy today. TNT will gain a top 3 position in the fast growing Indian domestic road express market with the acquisition of Speedage. The combined revenues for TNT in India after this acquisition will be approaching € 100 million in 2007. We believe that the combination of Speedage road based capabilities with TNT's international express operations will form the first integrated and strongest network available in India. Furthermore, it clearly complements our network strategy in Asia".

Mrs. Marie-Christine Lombard, Group Managing Director of TNT’s Express division, said: "The road based Express segment is projected to more than quadruple in the coming decade. Furthermore, the sustainable economic growth in India, major government investments in infrastructure and an opportunity to leverage on Europe being the largest trade partner with India, should support us to reach our objective to become the market leader in Express in India by 2010.”

Founded in 1995 and with an annual profitable turnover of Euro 17 million in FY 2005 / 06, Speedage has a strong and impressive list of customers, which includes global players, large and medium sized companies. This acquisition will add 514 depots, 26 transit hubs, 730 vehicles and 1,195 employees (and approx. 1,300 sub-contracted staff) to TNT’s existing resources enabling TNT to offer a comprehensive network covering all parts of India.

“Speedage is a result oriented company that has established a substantial network in India. With a 60% growth in its revenue over the past year, it is one of the fastest growing companies in the road express industry. This acquisition will allow TNT to extend the integrated air and road products spanning across ‘time critical’, ‘day definite’ and special services to a broad range of customers”, said Abhik Mitra, Managing Director, TNT-India.

1. TNT Express is one of the world’s leading business to business express delivery companies. The company delivers 3.5 million parcels, documents and pieces of freight a week to over 200 countries using its network of nearly 900 depots, hubs and sortation centres. TNT Express operates over 19,000 road vehicles and 43 aircraft and has the biggest door-to-door air and road express delivery infrastructure in Europe.

2. TNT Express employed over 48,000 staff worldwide per year end 2005 and is the first ever organisation to achieve global recognition as an Investor in People. The company reported revenue of Euro 2.9 billion in the first half of 2006. Operating income from TNT Express increased by 21.5% to Euro 277 million in the first half of 2006 compared to the same period in 2005.

3. TNT N.V. provides businesses and consumers worldwide with an extensive range of services for their mail and express delivery needs. Headquartered in the Netherlands, TNT offers efficient network infrastructures in Europe and Asia and is expanding operations worldwide to maximize its network performance. TNT serves more than 200 countries and employs over 128,000 people. In the first half of 2006, TNT reported Euro 5.3 billion in revenues. TNT N.V. is publicly listed on the stock exchanges of Amsterdam and New York. TNT recognizes its social responsibility, and has formed partnerships with the United Nations World Food Programme and the United Nations Environmental Programme to fight hunger and pollution in the world.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Aeroportos: Prazos de concessão serão diferentes

Aeroportos: Prazos de concessão serão diferentes

29 September 2011

O leilão de concessão dos Aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília será regulado por três editais diferentes, porque os prazos de concessão vão variar conforme a rentabilidade.
 
Guarulhos, o mais lucrativo, terá o menor prazo de concessão, provavelmente 20 anos. O leilão, marcado para o dia 22 de dezembro, seguirá o modelo de outorga, ou seja, vencerá o leilão o interessado que oferecer maior pagamento ao governo.
 
Essas são algumas linhas básicas da modelagem da concessão dos aeroportos, em fase final de discussão no governo. Preocupada com os prazos, a presidente Dilma Rousseff quer receber os editais até amanhã. A formatação final sai após sua aprovação.
 
A ideia é definir a regra geral da modelagem com publicação dos editais, no máximo na semana que vem, para que comece a contagem dos 30 dias para a consulta pública.
 
Alguns pontos em aberto serão decididos por Dilma, que fez questão de participar das discussões de cada passo do projeto. Uma dúvida é justamente o prazo de concessão de Guarulhos. Isso deverá ser discutido numa reunião prevista para hoje.
 
Viracopos, em Campinas, terá o maior prazo de concessão, podendo chegar a 40 anos. A justificativa é que esse aeroporto precisa de muitos investimentos da empresa concessionária e o retorno vai demorar.
 
Brasília, o menos rentável, deverá ficar com um prazo intermediário. Apesar de ser importante para conexões de voos no País, Brasília tem baixa rentabilidade porque as taxas de embarque são cobradas nos aeroportos onde os voos são originados. (Informações: Agencia Estado/Foto: Divulgação)

Acre: Zona de Processamento de Exportação recebe autorização para funcionamento


29 September 2011

O CZPE (Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação) aprovou ontem (28.09) a conclusão das obras da ZPE do Acre e a instalação da Companhia Siderúrgica de Pecen, em Fortaleza.
 
Para autorizar a instalação da ZPE do Acre, técnicos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior estiveram no local da futura zona de processamento de exportação, na semana passada, onde acompanharam as obras e a autorização da instalação de empresas, que são algumas das exigências do conselho para aprovação.
 
As ZPEs são áreas de livre comércio destinadas à instalação de companhias voltadas para a produção de bens para serem exportados, sendo consideradas zonas primárias para efeito de controle aduaneiro.
 
O pedido de alfandegamento da ZPE do Acre já foi entregue à Receita Federal, que deve apresentar parecer em 60 dias. A expectativa da secretaria estadual de Negócios é a de que, até o final do ano, a ZEP comece a receber as empresas que se instalarão no local.
 
O CZPE é um órgão colegiado do governo federal que tem como principais atribuições analisar propostas de criação de ZPEs; avaliar e aprovar projetos industriais; traçar a orientação superior da política das ZPEs; autorizar a instalação de empresas; estabelecer mecanismos de monitoramento do impacto na indústria nacional e aplicar o regime de ZPE. (Informações: Agência Brasil/Foto: Divulgação)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Gol e Aerolíneas Argentinas decidem compartilhar voos


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DE SÃO PAULO
Hoje na Folha Passageiros da Gol e da Aerolíneas Argentinas poderão, em breve, contabilizar milhas voadas nas duas companhias em um só programa, informa reportagem de Mariana Barbosa para a Folha.
A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
As duas empresas assinaram memorando de entendimento para a implementação de um acordo de compartilhamento de voos. Nesse tipo de acordo, uma companhia pode vender diretamente assentos em voos da companhia parceira.
Além de mais opções de frequência entre os dois países, os voos domésticos da Argentina passarão a ser emitidos com o código da Gol e vice-versa para a Aerolíneas no Brasil.
Segundo Marcelo Bento Ribeiro, diretor de alianças da Gol, o acordo deve levar cerca de cinco meses para ser implementado.
O acordo depende de aprovação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e da agência equivalente na Argentina, além de órgãos de defesa da concorrência dos dois países.
Voos internos na Argentina, ou mesmo voos internacionais, como Buenos Aires-Miami, operados pela Aerolíneas contarão pontos para o Smiles, o programa da Gol.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Cooperativas: Exportações atingem aumento recorde de 32%


25 September 2011

Nos primeiros oito meses de 2011, as exportações de cooperativas apresentaram crescimento de 32% sobre igual período de 2010, alcançando um total de US$ 3,89 bilhões.
Considerando a série histórica, iniciada em 2005, este foi o maior resultado alcançado para o período em análise. Em relação à participação na pauta, considerando os oito primeiros meses do ano, as exportações das cooperativas passaram de 1,9%, em 2005, para o patamar de 2,3% em 2011.
O saldo positivo (diferença de exportações e importações) chegou a US$ 3,677 bilhões de janeiro a agosto de 2011, outro resultado recorde para o período, superando em 31,9% o de 2010, quando atingiu US$ 2,787 bilhões. Em relação à corrente de comércio (soma das exportações e importações), o período de janeiro a agosto deste ano também foi o que apresentou o melhor resultado da série, US$ 4,120 bilhões. Uma expansão de 32,1%, em relação ao mesmo período de 2010.
Exportações
Entre os principais produtos exportados pelas cooperativas destacam-se os do agronegócio: açúcar refinado (com vendas de US$ 699 milhões, representando 17,9% do total exportado pelas cooperativas); soja em grãos (US$ 513,4 milhões, 13,2%); açúcar em bruto (US$ 480,1 milhões, 12,3%); e café em grãos (US$ 457,0 milhões, 11,7%).
No período comparativo em análise, entre os principais produtos exportados, houve crescimento significativo nos seguintes itens: trigo (525,4%, de US$ 38,6 milhões para US$ 241,5 milhões); café em grão (133,1%, de US$ 196 milhões para US$ 457 milhões); e etanol (55,7%, de US$ 170,1 milhões para US$ 264,8 milhões); além de arroz semibranqueado, não parboilizado, polido ou brunido (4.453,8%, de US$ 141,7 mil para US$ 6,4 milhões); e outros feijões comuns, secos, em grãos (1.596,6%, de US$ 341 mil para US$ 5,8 milhões).
Em relação aos mercados de destino, as vendas externas das cooperativas alcançaram, no período de janeiro a agosto de 2011, 128 países. Em igual período de 2010, este número foi de 129 países. Por conta de sua participação no total das vendas do setor, merecem destaque os seguintes destinos: China (vendas de US$ 476,5 milhões, representando 12,2% do total); Emirados Árabes (US$ 389,9 milhões, 10%); Alemanha (US$ 353,5 milhões, 9,1%); Estados Unidos (US$ 281,3 milhões, 7,2%); e Países Baixos (US$ 199,8 milhões, 5,1%).
Nos primeiros oito meses de 2011, das 27 Unidades da Federação, 20 realizaram exportações por meio de cooperativas, três a mais que em igual período de 2010. O Paraná foi o estado com maior valor de exportações, US$ 1,331 bilhões, 34,2% do total das exportações deste segmento. Em seguida ficaram São Paulo (US$ 1,311 milhões, 33,7%); Minas Gerais (US$ 476,7 milhões, 12,2%); Rio Grande do Sul (US$ 292,1 milhões, 7,5%); e Santa Catarina (US$ 182,1 milhões, 4,7%).
Nos oito primeiros meses de 2011, 168 empresas cooperativas realizaram exportações: seis exportaram valores acima de US$ 100 milhões; três exportaram valores entre US$ 50 e 100 milhões; 31 exportaram entre US$ 10 e 50 milhões; 17, entre US$ 5 e 10 milhões; 48, entre 1 e 5 milhões; e 63 empresas efetuaram vendas externas abaixo de US$ 1 milhão.
Importações
Nas importações, também houve expansão de 33,8% nas compras externas efetuadas por cooperativas de janeiro a agosto deste ano, se comparadas ao mesmo período do ano passado, passando de US$ 165,6 milhões para US$ 221,6 milhões. Sob a ótica das importações, a participação na pauta é 0,3%.
Entre os principais produtos importados pelas cooperativas nos primeiros oito meses de 2011, destacam-se os seguintes: cloretos de potássio (com compras de US$ 39,5 milhões, representando 17,8% do total importado pelas cooperativas); cevada cervejeira (US$ 23,8 milhões, 10,7%); malte não torrado (US$ 17,7 milhões, 8,0%); e diidrogeno-ortofosfato de amônio (US$ 17,2 milhões, 7,7%).
No período em análise, entre os principais produtos importados, houve crescimentos significativos nos seguintes itens: feijões comuns, secos, em grãos (1.383,0%, de US$ 153,6 mil para US$ 2,3 milhões); máquinas para fiação de matérias têxteis (731,8%, de US$ 966,4 mil para US$ 8 milhões); óleo de girassol (+352,2%, de US$ 236 mil para US$ 1,1 milhão); diidrogeno-ortofosfato de amônio (314,8%, de US$ 4,1 milhões para US$ 17,2 milhões).
As compras externas das cooperativas foram originárias, no período de janeiro a agosto de 2011, de 43 países. Em igual período de 2010, foram 42 países de origem. Por conta de sua participação no total das compras do setor, merecem destaque: Argentina (compras de US$ 38,9 milhões, representando 17,5% do total); Alemanha (US$ 36,5 milhões, 16,5%); Rússia (US$ 19,0 milhões, 8,6%); e Estados Unidos (US$ 16,0 milhões, 7,2%).
De janeiro a agosto de 2011, das 27 Unidades da Federação , 13 realizaram importações por meio de cooperativas, uma a menos que em 2010.
O Paraná foi o estado com maior valor de importações via cooperativas, US$ 101,8 milhões, representando 45,9% do total das importações deste segmento. Em seguida aparecem: Santa Catarina (US$ 38,6 milhões, 17,4%); São Paulo (US$ 35,1 milhões, 15,8%); e Goiás (US$ 15,7 milhões, 7,1%).
O Mato Grosso do Sul foi o estado que apresentou o maior crescimento no período comparativo (5.022,2%, de US$ 88,3 mil para US$ 4,5 milhões), seguido por: Espírito Santo (532,7%, de US$ 8,4 mil para US$ 53,3 mil); Mato Grosso (254,9%, de US$ 2,1 milhões para US$ 7,4 milhões); e Bahia (228,0%, de US$ 166,1 mil para US$ 544,7 mil).
No período, 118 cooperativas realizaram importações: seis importaram valores na faixa entre US$ 10 e 50 milhões; seis importaram valores na faixa entre US$ 5 e 10 milhões; dezessete entre US$ 1 e 5 milhões; e oitenta e nove cooperativas realizaram compras externas abaixo de US$ 1 milhão. Cabe ressaltar que a maioria das cooperativas importadoras tem suas atividades relacionadas com o setor agropecuário, tendo importado insumos agrícolas (fertilizantes, ração, entre outros insumos).  (Informações: MDIC /Foto: Divulgação)

Aéreo: Lufthansa Cargo apresenta cargueiro MD-11 em edição especial


25 September 2011

Os 100 anos de voos cargueiros na Alemanha estão sendo comemorados pelo setor de economia logística alemã. Em 19 de agosto de 1911, um avião que transportava exclusivamente carga decolou de uma pista de grama em Berlim-Johannisthal com destino a Frankfurt sobre o Ode. A bordo do Harlan de apenas um motor estavam exemplares recém-impressos do jornal “Berliner Morgenpost”.
No último dia 19, 100 anos depois do primeiro voo de carga na Alemanha, o transporte de mercadoria por via aérea tornou-se indispensável para os fluxos mundiais de mercadorias. “A carga aérea é uma garantia de crescimento econômico e o motor que acelera o sucesso da nossa economia”, disse Christoph Franz, presidente da Lufthansa. “Para a Alemanha como segunda maior nação exportadora do mundo em especial, a existência de um setor de carga aérea que funciona e tem bom desempenho é de vital importância.”
A história da Deutsche Lufthansa está intimamente ligada aos transportes de carga. A Luft Hansa, antecessora da atual Deutsche Lufthansa AG fundada em 1926, já havia introduzido o primeiro serviço especial de carga aérea apenas dois anos depois de iniciar as operações. Quando a nova Lufthansa, fundada em 1965, iniciou as operações de voo já estava claro que, além dos passageiros, o transporte de carga também desempenharia um papel importante. Em 1956, a empresa já realizava voos cargueiros domésticos. Em 1972, a Lufthansa foi a primeira empresa aérea a operar o então maior avião cargueiro do mundo, o Boeing 747F, também conhecido como Jumbo cargueiro.
Hoje, a indústria de carga aérea há muito se transformou em um setor de sucesso global, com milhares de funcionários. Só na maior empresa de carga aérea da Alemanha, a Lufthansa Cargo, trabalham cerca de 4.500 pessoas, a maioria na base Frankfurt. E os sinais apontam para mais crescimento. "Queremos imprimir nossa marca também ao futuro do setor de carga aérea internacional e dar continuidade à nossa história de sucesso”, enfatizou Karl Ulrich Garnadt, presidente da Lufthansa Cargo AG. Mas, para que isso se torne realidade, as circunstâncias econômicas e de infraestrutura também serão decisivas. “A ameaça da proibição dos voos noturnos no aeroporto mais importante da Alemanha, em Frankfurt, é apenas um dos exemplos das dificuldades que as empresas aéreas terão de enfrentar. Investimentos de grande porte em infraestrutura ou em aviões modernos e eficientes, porém, exigem planejamento seguro.”
A Lufthansa e a Lufthansa Cargo estão comemorando o jubileu de 100 anos de carga aérea com diversas ações no decorrer deste ano. Além de uma conferência de logística e mobilidade e de ampla oferta online sob http://www.facebook.com/100jahreluftfracht e www.100jahreluftfracht.de, um dos cargueiros da empresa aérea recebeu uma edição comemorativa pelos 100 anos de carga aérea. O MD-11F, muito chamativo, viajará pela malha aérea mundial da Lufthansa Cargo no papel de embaixador voador deste jubileu. (Informações/Foto:Divulgação)

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Logística: DHL torna-se única proprietária da empresa Lifeconex

Logística: DHL torna-se única proprietária da empresa Lifeconex

23 September 2011

A DHL Global Forwarding, empresa líder mundial de logística, tornou-se proprietária única da joint venture LifeConEx, provedor de logística para cadeia a frio de LifeSciences, finalizando a aquisição da metade pertencente à companhia aérea alemã Lufthansa Cargo.
 
“Após desempenharem juntas, um serviço especializado e inovador, por seis anos, a mudança de propriedade permitirá à LifeConEx aumentar seu market share. Quando a joint-venture foi criada, em 2005, era única no setor de logística e, em função de sua abordagem imparcial das tecnologias, integrando todos os parceiros da cadeia a frio, tornou-se a líder mundial no atendimento de proeminentes empresas farmacêuticas e biotecnológicas. Este investimento vem ao encontro da estratégia corporativa 2015, do Deutsche Post DHL, para o setor de LifeSciences”, declarou Roger Crook, CEO mundial da DHL Global Forwarding & Freight, e membro do Conselho de Life Sciences & Healthcare do Deutsche Post DHL.


A empresa mantém seu nome LifeConEx  e todo o quadro de funcionários. O CEO David Bang, continuará liderando a empresa,  empenhado em supervisionar o processo de transição e lançar as bases para um desenvolvimento continuo. “Não haverá nenhum impacto negativo sobre serviços atuais e acordos em vigor com clientes e parceiros. Ao contrário, haverá maior integração e oferta de serviços mais ampla, para que os clientes possam escolher a opção mais equilibrada (entre qualidade e custo), com base na estabilidade do produto, o valor e o mercado”, assegurou Bang. (Informações/Foto: Divulgação)

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Transporte ferroviário: Brado e Libra Logística fecham parceria


20 September 2011

A Brado Logística e a Libra Logística fecharam um contrato pioneiro no dia 30 de agosto, para transportar inicialmente 6.500 contêineres por ano, com previsão de chegar a 24 mil contêineres anuais, pela malha ferroviária.
O objetivo da parceria é oferecer um serviço mais competitivo, confiável e sustentável, com melhor custo/benefício para as importadoras e exportadoras que utilizam o complexo portuário santista, tornando-se uma opção para as empresas que, atualmente, dependem somente do transporte rodoviário.
O contrato representa um grande salto sobre o atual volume transportado pela Brado, que para atender a demanda da Libra utilizará os vagões Spine Car de 80’, adquiridos recentemente.
O modelo, especialmente desenvolvido para a empresa, tem 26 metros de comprimento e capacidade para 130 toneladas, transportando o dobro de cargas por via férrea, com estrutura para operações em dois contêineres de 40', quatro de 20' ou três de 20’, em apenas um nível.
Já foram compradas novas locomotivas que farão o trajeto ferroviário entre o Libraport, Porto Seco da Libra em Campinas, e o Libra Terminal Valongo – TEVAL, na retroárea do Porto de Santos. 
“O contrato da Brado com a Libra é um marco no Brasil em questão de intermodalidade, pois mostra claramente que a solução para o congestionamento no Porto de Santos pode ser resolvido com as operações intermodais, e os vagões Spine Car de 80’ que adquirimos da AmstedMaxion, irão atender esta parceria”, afirma o presidente da Brado Logística, José Luis Demeterco.
Esta operação, além de custos competitivos, oferecerá aos importadores e exportadores, uma opção sustentável e também serviços de valor agregado importantes como armazenagem alfandegada, entrepostagem, armazém geral, pré-stacking, entre outros.
Para o diretor geral da Libra Logística, Sebastião Furquim, há boa capacidade de expansão planejada neste acordo para atender o crescimento da demanda, sendo um dos principais caminhos para a melhoria da competitividade do Porto de Santos. “Essa parceria proporciona o início de um serviço de transporte ferroviário regular, entre Campinas e a margem direita do Porto de Santos, em linha com a missão da Companhia que é oferecer o máximo em integração e flexibilidade a seus clientes em processos de comércio exterior”.
A Libra Logística utilizará os serviços da Brado para oferecer intermodalidade aos clientes, localizados no interior de São Paulo que importam e exportam pelo complexo santista, ficando responsável pelas operações, serviços de transporte rodoviário, armazenagem e desembaraço aduaneiro.
“A Brado tem grande interesse em crescer no mercado de importação e exportação da Região de Campinas e a parceria com a Libra é um grande marco para que isso aconteça. Nossas empresas possuem ativos complementares de transporte e terminais, e juntos vamos oferecer um serviço competitivo, eficiente e sustentável ao mercado, com enorme potencial de crescimento”, conclui o diretor de negócios intermodais da Brado Logística, Bruno Lino. (Informações/Foto: Divulgação)

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Marfrig vende divisão de logística por US$ 400 milhões

19/09/2011 - 08h55


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TATIANA FREITAS
DE SÃO PAULO
A Marfrig Alimentos, dona da marca Seara, fechou acordo com a The Martin-Brower Company para a venda da divisão de serviços logísticos para redes de fast food nos EUA, Europa, Oriente Médio, Oceania e Ásia.
A empresa brasileira receberá US$ 400 milhões pelos ativos. A The Martin-Brower Company é a maior distribuidora mundial de produtos para o McDonald's.
O braço de logística a ser vendido pertencia à americana Keystone Foods, adquirida pela Marfrig em 2010.
A transação não compreende os ativos de logística e distribuição da Marfrig ligados à produção e ao mercado de food service.
"Vamos deixar de ter essa transportadora para concentrar nossas energias no negócio de proteína animal, que é o nosso principal foco", disse à Folha Marcos Molina, presidente da Marfrig.
Depois de se concentrar em aquisições nos últimos anos, a empresa se dedica agora a capturar economias de custo e ganhos de escala.
Ainda não há destino certo para os recursos que entrarão no caixa da Marfrig no último trimestre deste ano, segundo Molina.
Por enquanto, o montante contribui para reduzir a alavancagem (relação entre dívida líquida e Ebitda) da companhia, de 3,9 vezes no segundo trimestre deste ano para 3,5 vezes, de acordo com o presidente.
A dívida líquida da empresa ao final de junho era de cerca de R$ 6 bilhões.
"A motivação da venda desses ativos é mais estratégica do que financeira, mas ficamos em uma posição mais confortável", afirma.
Molina rejeita, no entanto, relacionar a venda ao eventual interesse na compra dos ativos da BRF Brasil Foods que foram colocados à venda por determinação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

TAM inaugura mais um ponto de venda em metrô em SP


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DO VALOR
A TAM Linhas Aéreas anunciou hoje a inauguração de um ponto de venda de passagens na estação Ana Rosa do Metrô, zona sul de São Paulo.
É a segunda loja da TAM no Metrô, depois da abertura de uma unidade na estação Corinthians-Itaquera, zona lesta da cidade, em meados de agosto.
Até o fim do mês, a TAM pretende abrir o terceiro ponto de venda no Metrô, na estação São Bento, região central da capital paulista.
De acordo com a companhia, a loja inaugurada hoje funcionará de segunda-feira a sábado, das 9 horas às 21 horas.
A Gol Linhas Aéreas foi a primeira empresa aérea brasileira a abrir uma loja numa estação de metrô, em São Paulo.
A maior concorrente da TAM inaugurou três quiosques de venda de passagens em março, nas estações Sé, Luz (ambas no centro de São Paulo) e Itaquera.
A iniciativa das duas maiores companhias aéreas brasileiras faz parte da estratégia de ampliar as vendas entre os passageiros da classe C, com a abertura de lojas em regiões de grande concentração popular.